segunda-feira, novembro 19, 2007

The best of... 2007

Pois... mais um ano a terminar... gosto daquela onda dos "best of"... ok... podem chamar-me nomes... não é grave...

Prémio para a melhor música do ano:

THE WATERBOYS "BOOK OF LIGHTNING"
Música: Everybody Takes a Tumble




Letra:

To break your heart into pieces
is what I'm here to do
I've got nothing but trouble, babe
in store for you
I've got one eye fixed on the main chance
one hand behind your back
and you just stumbled blind, babe
right into my track

And that's when you fell so low
Everybody takes a tumble, don't you know ?
That's when you fell so low
Pick yourself off the floor before you go

There's vengeance in my belly
slime on both my shoes
and everything bad that you ever heard
about little old me is true
My trigger finger is itchy
my humour is black
and you just stumbled blind, babe
right into my track

And that's when you fell so low
Everybody takes a tumble, don't you know ?
That's when you fell so low
Pick yourself off the floor before you go

Now the devil drives a hard bargain
preacher burns his hands
fireman makes a sermon
lord surveys his lands
Huck Finn just went out for sticks
he ain't coming back
and you just stumbled blind babe
right into my track

And that's when you fell so low
Everybody takes a tumble, don't you know ?
That's when you fell so low
Pick yourself off the floor before you go

Faces start-a shining
flags begin to sway
Would you believe I came a long distance
to be with you today
Your crooked partner
he just got the sack
and you just stumbled blind babe
right into my track

And that's when you fell so low
Everybody takes a tumble, don't you know ?
That's when you fell so low
Pick yourself off the floor before you go


Youtube: http://www.youtube.com/watch?v=LjOiy4fNnKw

quarta-feira, outubro 31, 2007

Porque a UNI “morre” amanhã…


Por vezes daríamos tudo para saber se aquele que gostamos vai morrer…e dar uma última palavra!
Pois é meus caros, a morte compulsiva de um nosso querido “amigo” vai ter lugar dentro de poucas horas…
Mas esta morte anunciada representa muito mais que um simples óbito!
Representa também o fim daquele sítio especial onde todos passámos uns bons anos da nossa vida.
É uma instituição que finda fisicamente, mas que permanecerá viva nos nossos espíritos, com todos os bons e maus momentos!
Por isso aqui deixo um apelo: Vamos continuar a celebrar todos os dias 29 de Janeiro, para manter a Universidade Independente “viva”.
Até sempre UnI…e obrigado!
RIP
Zuka

sábado, setembro 22, 2007

Notícias no Mundo

Artigo interessante na revista canadiana MacLeans...


sexta-feira, julho 27, 2007

De partida...


Aqui fica um abraço e um desejo de boas férias a todos!
Até sempre!

quarta-feira, maio 02, 2007

Horas de acordar...?


Foto de A. Brito
[Gentilmente cedida por
1000Imagens]

Se eu não estivesse a dormir

perguntaria aos poetas:

"A que horas desejam que vos acorde?"


(Alexandre O`Neill)


domingo, abril 29, 2007

Mais um aniversário nas nossas vidas...



Fernando Pessoa por Germana Tânger

Aniversário


Fernando Pessoa
(Álvaro de Campos)



No TEMPO em que festejavam o dia dos meus anos,
Eu era feliz e ninguém estava morto.
Na casa antiga, até eu fazer anos era uma tradição de há séculos,
E a alegria de todos, e a minha, estava certa com uma religião qualquer.

No TEMPO em que festejavam o dia dos meus anos,
Eu tinha a grande saúde de não perceber coisa nenhuma,
De ser inteligente para entre a família,
E de não ter as esperanças que os outros tinham por mim.
Quando vim a ter esperanças, já não sabia ter esperanças.
Quando vim a olhar para a vida, perdera o sentido da vida.

Sim, o que fui de suposto a mim-mesmo,
O que fui de coração e parentesco.
O que fui de serões de meia-província,
O que fui de amarem-me e eu ser menino,
O que fui — ai, meu Deus!, o que só hoje sei que fui...
A que distância!...
(Nem o acho...)
O tempo em que festejavam o dia dos meus anos!

O que eu sou hoje é como a umidade no corredor do fim da casa,
Pondo grelado nas paredes...
O que eu sou hoje (e a casa dos que me amaram treme através das minhas
lágrimas),
O que eu sou hoje é terem vendido a casa,
É terem morrido todos,
É estar eu sobrevivente a mim-mesmo como um fósforo frio...

No tempo em que festejavam o dia dos meus anos...
Que meu amor, como uma pessoa, esse tempo!
Desejo físico da alma de se encontrar ali outra vez,
Por uma viagem metafísica e carnal,
Com uma dualidade de eu para mim...
Comer o passado como pão de fome, sem tempo de manteiga nos dentes!

Vejo tudo outra vez com uma nitidez que me cega para o que há aqui...
A mesa posta com mais lugares, com melhores desenhos na loiça, com mais copos,
O aparador com muitas coisas — doces, frutas o resto na sombra debaixo do alçado —,
As tias velhas, os primos diferentes, e tudo era por minha causa,
No tempo em que festejavam o dia dos meus anos...

Pára, meu coração!
Não penses! Deixa o pensar na cabeça!
Ó meu Deus, meu Deus, meu Deus!
Hoje já não faço anos.
Duro.
Somam-se-me dias.
Serei velho quando o for.
Mais nada.
Raiva de não ter trazido o passado roubado na algibeira!...

O tempo em que festejavam o dia dos meus anos!...

quinta-feira, abril 12, 2007

Os exemplos dos "nórdicos"...

Que a cerveja belga é forte... já o sabíamos...os efeitos são no mínimo… intrigantes…



Para quem gosta do conceito… eis o link: Rent a Wife… os preços nem são caros :)

terça-feira, março 20, 2007

segunda-feira, fevereiro 26, 2007

Poema de um dia cinzento

Os céus desabaram,
soltando placas graníticas,

O ar irrespirável
rugia trovões

faiscado
por lanças demoníacas
que destruíam as emoções.

As gaivotas correm em cardume
directas à tempestade,

Gotas de chuva sobem ao céu
construindo quadrículas na calçada.

Borboletas nadam em queixume
fugindo à realidade.

A paixão flutua inerte
no instante da tua chegada.

Sinto-me cinzento,
cinzento como o ar que me rodeia
e a luz que não me deixa ver.

Sinto-me triste,
triste como o mar sem a areia
e a lua que teima em se esconder.

Sinto-me perdido,
perdido numa teia
que a vida teimou em tecer.

F.Marinho

terça-feira, janeiro 30, 2007


O carnaval está próximo… e a pedido de diversas pessoas… o blog da Uni volta a ter música… não se trata – infelizmente – de uma encenação do La Féria… mas também não ficou mal… gostamos especialmente da fotografia…

quinta-feira, janeiro 11, 2007

29 de Janeiro

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É já no próximo dia 29. Uma segunda.

quinta-feira, dezembro 28, 2006

Açores

Paz


Açores e céu


Céus de vulcão

Açores Céu II


A floresta respira enxofre

Vulcão

Raizes à flor da terra

Raizes à flor da terra


Foi ontem e já tenho saudades ...

terça-feira, dezembro 26, 2006

Vamos ao Boxe...

Primeiro vamos à música:


The Mission - "Wasteland"





Boxing Day


Traditional English holiday extends Christmas giving


Despite its name, Boxing Day, which is celebrated on December 26 in Great Britain, has nothing to do with pugilistic competition. Nor is it a day for people to return unwanted Christmas presents. While the exact origins of the holiday are obscure, it is likely that Boxing Day began in England during the Middle Ages.



Some historians say the holiday developed because servants were required to work on Christmas Day, but took the following day off. As servants prepared to leave to visit their families, their employers would present them with gift boxes.


Church Alms Boxes


Another theory is that the boxes placed in churches where parishioners deposited coins for the poor were opened and the contents distributed on December 26, which is also the Feast of St. Stephen.

As time went by, Boxing Day gift giving expanded to include those who had rendered a service during the previous year. This tradition survives today as people give presents to tradesmen, mail carriers, doormen, porters, and others who have helped them.



A época natalícia assume para alguns de nós proporções catastróficas… basta ler alguns posts publicados nos mais respeitados blogues… neste, por exemplo.

Tenho a certeza que os senhores doutores têm por estes dias uma sobrelotação nas suas chaise long… eu próprio ainda tenho um ticket no bolso… sou o 1024…

Mas também há consenso… não tem nada de religioso… já há muito que deixámos de acreditar no pai natal… o menino Jesus… esse já é um ressequiu na nossa memória colectiva… mesmo raspando, perdeu todo o seu significado…

Mas não é do Natal que pretendo falar…

Os privilegiados que hoje não foram trabalhar, ficaram nos sofás a assistir ao déjà vu [recomendo vivamente]… os fogos do verão, o aniversário do tsunami, as bombas no Iraque, o futebol da liga inglesa, a explosão em oleoduto nigeriano… e os doces ainda souberam melhor hoje… o açúcar começou a fazer o seu efeito…

Disse privilegiados porque… já todos o somos… reparem nos funcionários municipais do Porto… de repente… subitamente… o país começou a trabalhar a 26 de Dezembro…

Eu nunca trabalho a 26 de Dezembro… agora só depois do Entrudo… seria descabido… tantos feriados próximos…

Gosto passear pela cidade no dia 26… todos exibem as suas roupas novas… os casacos… as calças… as camisolas… os mais distraídos revelam um pouco das suas peúgas e cuecas… outros ostentam jóias e relógios…

A cidade fica muito mais bonita no dia 26… aliás, recomendo que se passe a festejar apenas o dia 26… o Boxing Day… porque um dia destes viveremos todos de uma e numa grande caixa de esmolas…

See U… after the boxing day… and remember Saint Stephen


Não sou Stephen… mas até um dia destes…


Carlos Galveias



Vulcão

Vulcão

AÇORES - Vale a pena

segunda-feira, dezembro 25, 2006

Santissima Triade

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25 de dezembro e 2006 e o dia não está a correr nada bem.
Às 17:50 decidi ligar-me ao éter... óbviamente que o álcool não ajuda e nem as “prendas” amenizam o estado deprimente em que me encontro.
A consuada foi passada com um conjunto de fantasmas de um outrora feliz, com um sem numero de lugares desocupados pelos que só a minha memória relembra.
Mas “falemos”, escrevemos, sobre os “vivos”... esses que assombram mais ainda que os mortos.

Há 1661 anos “alguém” decidiu que um tal de cristo nasceu nesta data, perfaz agora dois mil e seis anos (os incultos que procurem esta referencia) e desde essa data que “comemoramos“ o nascimento do dito “menino”.

Quando era “menino”, eu e não o dito, o simbolo era o menino... anos passaram e o consumismo sobrepos qualquer tipo de crença e a bela da “cola” criou o “Pai Natal”. Esse ser explendoroso que distribui prendas de de lar em lar, substituindo aqueles que de camelo andavam sem escolhas de raça, qual Baltazar sobre bossas atrás de um estrela.

Longe vai o tempo em que na “campanha” (mais um termo para estudar no dicionario) no foi dito que o impostos não aumentariam ... quais vendilhões do templo... quais arautos da desgraça... a primeira medida ... foi o aumento dos mesmos... e o “menino” nas palhas deitado....

Cruzei, no ultimo mês, o pais de lés-a-lés e o que vi foi uma “miséria franciscana” (outra referencia a procurar). Acreditamos nos salvadores, naqueles que com ossanas prometem o reino dos céus... fazemos “votos” de fidelidade num futuro de promessas, que como nobres fieis pagamos sem pestanejar.

Ontem, a 24, ensinaram-me que a nossa primeira “moeda” foi o “dinheiro” (outro termo a estudar). Aquele vocábulo que utilizamos no nosso dia-a-dia e do qual desconhecemos o significado...

... duas da manha desta data... atravessei a cidade e o que vi foi uma miséria indescritivel... dormi mal... o que fiz? Nada. Egoismo .

Gente, repito, GENTE, a sobreviver nas ruas, miséria daquela que os textos não podem descrever no conforto dos lares...

Discutimos sifrões, algoritemos e outras formulas matematicas. Escolhemos escroques e outros filhos-da-puta para nos governar... mas na pratica o que somos?...

Até para o ano... que seja melhor que este... não é dificil... o dificil... é ser pior...

Francisco Marinho

PS. Ontem, num canal que eu pago, ouvi um “tal de cardeal”, em tempo de antena, defender a egnominia, mas o tal senhor das barbas, vermelho como o inferno, tudo deve perdoar.

sábado, novembro 04, 2006

quarta-feira, outubro 18, 2006

Mais um postal...


Jardim público de Gronau, Alemanha - Foto CGalveias - Agosto 2006


Este verão tive a oportunidade de fazer uma viagem pela minha terra...

"Não: plantai batatas, ó geração de vapor e de pó de pedra, macadamizai estradas, fazeis caminhos de ferro, construí passarolas de Ícaro, para andar a qual mais depressa, estas horas contadas de uma vida toda material, maçuda e grossa como tendes feito esta que Deus nos deu tão diferente do que a que hoje vivemos.

Andai, ganha-pães, andai; reduzi tudo a cifras, todas as considerações deste mundo a equações de interesse corporal, comprai, vendei, agiotai.

No fim de tudo isto, o que lucrou a espécie humana?

Que há mais umas poucas dúzias de homens ricos.

E eu pergunto aos economistas políticos, aos moralistas, se já calcularam o número de indivíduos que é forçoso condenar a miséria, ao trabalho desproporcionado, à desmoralização, à infâmia, à ignorância crapulosa, à desgraça invencível, à penúria absoluta, para produzir um rico?"


Almeida Garrett, em Viagens na minha Terra


Há quanto tempo não lêem Garrett?

segunda-feira, outubro 02, 2006

Pessoa...

Amsterdão - Agosto 2006 - Foto: C Galveias



Fernando Pessoa and me by Derek Suchard

Years and years ago, around 1980 or 1981, I was visiting my beloved in Amsterdam.

For no particular reason, we went one night to a little pizzeria (for the Amsterdam aficionado, it was just off the Leidseplein, but no longer exists) after having visited the Atheneum bookstore and having purchased a copy of Elizabeth Barrett Browning's Sonnets of the Portuguese.

The book lay on the table, dominating it in fact, given the surface area. During a lull in the action, while she went to visit the facilities, a waiter came by, and without so much as an "excuse me," picked up the book.

"Sonnets of the Portuguese, eh?" he said.

"Yes," said I, always the master of a well-turned phrase.

"These are Portuguese poems?"

"No," said I. "They're by Elizabeth Barrett Browning. She's English. Well, she's dead now, of course, but she was English. They called her the Portuguese because she was sick a lot and had to go to Portugal to try and get better."

"I am Portuguese," he informed me.

"Oh," I said.

"You know who is the greatest poet in English language from this century?" he asked.

I paused.

I was sitting in an Italian restaurant, in a Dutch city, with a Portuguese waiter who was about to tell me - confident as I was, in the arrogance of youth, that I, long a student of English and English - language poetry, ought to know that better than he.

But I couldn't resist.

"Who?" said I, pleased that my linguistic flair had not abandoned me…

"Fernando Pessoa."

I'm sure I must have grinned the same facetious grin shared by professors and teachers the world over when confronted by students whose "little knowledge" has turned dangerous and made them think they actually know something.

"Fernando Pessoa," I repeated.

"Yes," he said, mastering after a fashion my own linguistic leger de main.

"Fernando Pessoa. He's Portuguese."

"So," said I. "A Portuguese poet is the best poet in English from the 20th century?"

"Yes," he replied.

At that moment, Liesbeth returned, and, probably because someone at a nearby table was in urgent need of a re-supply of garlic bread, the waiter, whose name I never did get, more's the pity, left us.

The next day, while walking downtown, we passed near the public library. Still puzzled by the conversation of the night before with the waiter, I insisted we go in and see if we could find anything by this Pessoa fellow.

I did.

A Penguin paperback (no longer on their backlist, alas).

I went through it, and found that the waiter was absolutely right.

And not only was he a great poet, but a weird one, too...

sábado, setembro 23, 2006

Sede de amor

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Com receio
Olhei
o teu corpo
trémulo
respirando as gotas do teu sabor

gastas
sem pensar

Com receio
senti
o teu peito
entumecido
respirar as gotas do meu suor

oferecidas
sem querer

Com receio
senti o teu colo
receptivo ao apetecer

Com receio
desejei (-te)

a inércia do tempo
numa manhã
que se queria eterna.

F.Marinho

sexta-feira, setembro 08, 2006

sábado, agosto 19, 2006

Olá... estou de volta...


Catedral de Antuérpia – Agosto de 2006 - C Galveias



De regresso… mas ainda com pouco tempo… fiquem por agora com um pensamento:

"A força de vontade é uma ferramenta tão poderosa e eficaz como a inteligência e a afectividade porque nos leva mais longe e nos permite alcançar objectivos. Necessita, no entanto, de ser treinada."

Inês Menezes ao Público

quarta-feira, julho 26, 2006

Boas férias!!!



Em Setembro há mais!
E como disse alguém... "have fun"!!!

sábado, julho 15, 2006

Grande trinta e um

ines

Parabéns Ramiro

quinta-feira, julho 13, 2006

Nunca esquecido




Wish You Were Here

So, so you think you can tell Heaven from Hell,
blue skies from pain.
Can you tell a green field from a cold steel rail? A smile from a veil?
Do you think you can tell?

And did they get you trade your heroes for ghosts?
Hot ashes for trees? Hot air for a cool breeze?
Cold comfort for change? And did you exchange
a walk on part in the war for a lead role in a cage?

How I wish, how I wish you were here.
We're just two lost souls swimming in a fish bowl,
year after year,
running over the same old ground. What have we found?
The same old fears,
wish you were here.

domingo, julho 09, 2006


E, sendo assi que o nó desta amizade
Entre vós firmemente permaneça,
Estará pronto a toda a adversidade
Que por guerra a teu Reino se ofereça,
Com gente, armas e naus, de qualidade
Que por irmão te tenha e te conheça;
E da vontade em ti sobre isto posta
Me dês a mi certíssima resposta.

Luís Vaz de Camões

sábado, junho 17, 2006

Convocatória

Foto: Frankfurt am Main [Alemanha] - Lusa


Os orgasmos durante os preliminares mundiais entusiasmaram-me… aproveitando a “deixa” do Ramiro [e a pedido de outras famílias], resolvi encarnar o mister Scolari, convocando-vos para um almoço no próximo sábado, dia 8 de Julho, em Lisboa.

Ponto de encontro: Largo Camões, pelas 11.30 horas.

Não é necessário confirmar a presença… quem estiver joga… os restantes ficam na bancada...

Quanto à questão futebolística… espero que os rapazes na Alemanha não façam os 10 milhões que ficaram em terras lusas sofrer de ejaculação precoce… com tantas buzinas já roucas depois de dois jogos…

Foto: Covilhã [Portugal] - CGalveias

sexta-feira, junho 16, 2006

Pois é verdade

É como aquele titulo " e tudo o vento levou" neste caso encaixa-se perfeitamente, já não há estrelas no céu.
Gostaria de saber novidades da malta, já que não é possivel encontros nem telefonemas (stress acumulativo) façam como eu, de ano ano escrevem qualquer coisa neste digno blog.
Estou bem e a familia tambem a minha menina já fez um ano, só vão custar os primeiros 25 a 30 anos depois logo se vê.
Pão, Linguiça prá merenda; Um abraço deste que bem vos quer, sou capaz de escrever ai pró natal.

Mais uma noite que perderam...

Foz do Arelho by night - 15 Junho '06 - Foto: C Galveias


Há palavras que nos beijam

Há palavras que nos beijam
Como se tivessem boca.
Palavras de amor, de esperança,
De imenso amor, de esperança louca.
Palavras nuas que beijas
Quando a noite perde o rosto;
Palavras que se recusam
Aos muros do teu desgosto.
De repente coloridas
Entre palavras sem cor,
Esperadas inesperadas
Como a poesia ou o amor.
(O nome de quem se ama
Letra a letra revelado
No mármore distraído
No papel abandonado)
Palavras que nos transportam
Aonde a noite é mais forte,
Ao silêncio dos amantes
Abraçados contra a morte.

Alexandre O'Neill, No Reino da Dinamarca

terça-feira, junho 13, 2006

Sonho

Despertei na cidade
Repleta de sonhos
Sentei-me acordado
Sonhando a noite

Saí para o céu
Encontrei-te na rua
E lembrei-me da névoa

Gritei no silêncio
Ouvi-me no eco
Pensei-me no vento
Cortante momento

Corri na estrada
Toquei-te na pele
Gelei no contacto

Sonhando na noite
Desmaiei na calçada
Acordei na cidade
Sentei-me acordado

De casa corri,
corri para casa
E fugi

Fugi dos medos da alma


F.Marinho

sábado, junho 10, 2006

Bloggers

Jornalismo e bloggers,
Paulo Querido


"A euforia em torno da descoberta da ferramenta de auto-edição e das admiráveis possibilidades da informação automaticamente ligada por hipertexto (presente na blogosfera e infelizmente ausente dos meios tradicionais em linha, sobretudo em Portugal) leva os novos autores, os bloggers a embandeirar em arco. Essa euforia traduz-se nesta síntese retirada do "senso comum blogosférico": são eles, bloggers os ladinos investigadores de A Informação num mundo em que os jornalistas se enrodilham numa panóplia de crises que afectam a Imprensa…"

[Texto completo in Expresso]


Posyspron

São muitos os que afirmam que o tempo dos bloggers está findo... não discuto... parcialmente até concordo... mas sugem lufadas de ar fresco... ficamos a conhecer pessoas interessantes.

Deixo-vos o LINK para um blog que merece ser acompanhado... e comentado... espero que a Olga não se canse... pelo menos por mais um tempo...

Tenham todos um bom fim-de-semana [com mais ou menos futebol]...

quinta-feira, junho 08, 2006

Já tinha saudades...





Dizem?
Esquecem.
Não dizem?
Dissessem.

Fazem?
Fatal.
Não fazem?
Igual.

Por quê
Esperar?
-Tudo é
Sonhar.


Fernando Pessoa [1926]

quarta-feira, junho 07, 2006

Blog a visitar



Carlos Narciso teve a amabilidade de me enviar o link para o seu blog. Os temas são muito actuais e interessantes.

Vale mesmo a pena uma visita.