sexta-feira, julho 02, 2004

A Capital está On Line



Não sei se já tinham reparado, mas uns dos jornais mais antigos de Portugal rendeu-se finalmente às maravilhas da Internet. Nascido em 1968 (por 53 dias perdeu um ano de uma óptima colheita) A Capital está desde ontem no ciberespaço.

Por aqui alguém se interessa por comunicação??




Está em português do outro lado do rio (desculpa amigo Luiz), mas não é em espanhol (desculpa amigo Hugo) e é muito interessante.

Bom fim-de-semana desportivo...

Elogio a Marlon Brando



Como o Homem não vive apenas de futebol... aqui vai um elogio a um grande actor... já que estamos em época de elogios... desconfiem sempre de elogios vindos de Espanha... já diz o povo (o tal que é giro, mas cheira mal): de Espanha nem bons ventos, nem bons... what ever...

Notícia de Público On Line

Morreu o actor Marlon Brando

O actor Marlon Brando morreu hoje, aos 80 anos, no Hospital de Los Angeles. Considerado por muitos como um dos melhores actores de sempre, Brando estava há muito afastado dos grandes ecrãs.

A informação da morte do actor foi avançada à Associated Press pelo seu advogado.

O protagonista de filmes como "O Padrinho" (1972, realizado por Francis Ford Coppola) nasceu no dia 3 de Abril de 1924 em Omaha, no estado norte-americano do Nebraska. Já antes, com "Há Lodo no Cais" (película de 1954 realizada por Elia Kazan), Brando transformou-se num ícone sexual dos anos 50, mantendo essa imagem durante bastante tempo, chegando mesmo a ser considerado pela revista britânica "Empire", em 1995, como uma das 100 figuras mais "sexy" de sempre da indústria cinematográfica.

Outro dos papéis inesquecíveis protagonizados por Brando é o do coronel Walter E. Kurtz em "Apocalypse Now" (1979), filme-choque sobre a guerra do Vietname com a assinatura de Francis Ford Coppola.

Apesar da sua imagem de "enfant terrible", a Academia de Hollywood chegou a conceder a Brando o Óscar de Melhor Actor pela sua interpretação em "O Padrinho", homenagem que Brando recusou, depois de, uns anos antes, ter recebido a mesma distinção por "Há Lodo no Cais". Brando foi outras seis vezes nomeado pela Academia pelas suas prestações como actor, principal ou secundário.

Avesso a aparecer em público, principalmente a partir do momento em que começou a engordar, "Bud", como era conhecido na família, tinha nove filhos, de uma série de casamentos.

Enquanto se manteve no activo, Brando teve uma carreira recheada de êxitos cinematográficos, tendo chamado a participar nos filmes de grandes nomes da realização.

"Um Eléctrico Chamado Desejo" e "O Último Tango em Paris" são duas das mais de 40 películas nas quais participou. Em 1997, a mesma revista "Empire" classificou-o em 13º lugar na lista das 100 estrelas de cinema de todos os tempos.

Uma das curiosidades sobre Brando incluídas no sítio de cinema The Internet Movie Database refere o facto de o actor, antes de o ser, ter trabalhado como operador de elevadores num armazém comercial durante quatro dias.

Morreu sem ter acabado o filme onde faria dele próprio. "Brando e Brando", dirigido por Ridha Behi, tinha estreia anunciada para o próximo ano.





Elogio a Portugal

Só os portugueses é que não veêm...


ELOGIO DE PORTUGAL, UN PAÍS CON UNA FEROZ LIBERTAD DE EXPRESIÓN, DEL QUE LOS ESPAÑOLES TENEMOS MUCHO QUE APRENDER
Muchos españoles están descubriendo estos días, aparentemente sorprendidos, la existencia en la casa de al lado de un vecino llamado Portugal, un vecino bastante más pobre que nosotros pero capaz de organizar una evento tan importante como un Campeonato de Europa de fútbol, de construir una serie de estadios, todos magníficos, de ganar a la millonaria selección española, e incluso de colocar como presidente de la Comisión Europea a uno de sus políticos, José Manuel Durão Barroso.

Ese país, cuya selección jugó y ganó ayer la primera semifinal de dicho campeonato contra Holanda, lo cual ya es de por sí un triunfo, sigue siendo un gran desconocido para España y los españoles. ¿Por qué? Porque los españoles, con la inveterada suficiencia de quien se cree superior, se han negado siempre a entender -en realidad ni siquiera lo han intentado- a Portugal y los portugueses.

Cuando la realidad es que España y los españoles tendrían -tendríamos- mucho que aprender de nuestros vecinos atlánticos. Aprender y lamentar la ausencia en España de esa elite intelectual, empresarial y política que habla idiomas, elite muy cercana a Gran Bretaña y a la cultura francesa, muy poco hispanófila, pero muy tolerante, muy abierta, muy cosmopolita.

En Portugal sería impensable contar con un presidente de la República que no hablara francés e inglés. La mayoría de los portugueses se esfuerzan por hablar español ante españoles, haciendo gala de una actitud cívica en el trato que tan difícil es de encontrar en el páramo hispano.

El presidente, Jorge Sampaio, vive en su casa, en su propio domicilio, como el primer ministro. A ninguno le da por convertirse en un Trillo. Nadie enloquece con el cargo. Nadie se prevale de su condición. Antonio Vitorino, actual comisario europeo, dimitió de su cargo como ministro -socialista, por cierto- tras descubrirse un desfase de 8.000 escudos (unas 6.000 pesetas) en las cuentas de su ministerio.

Semanas atrás, el presidente ZP se trasladó a Lisboa en su primera visita relámpago al país vecino, y no se quedó a cenar con Durao Barroso a pesar de haber sido invitado. Todo un síntoma. Vistas así las cosas, no es extraña esa inveterada desconfianza que comparte la clase política portuguesa hacia España, desconfianza que la prensa se encarga de mantener viva. Sus razones tendrán.

Todo el edificio de ese Portugal Abierto -la vieja aspiración de quienes aquí persiguen una España Abierta capaz de superar sus viejos atavismos- se asienta seguramente sobre una feroz libertad de expresión que todos defienden y que se manifiesta en los debates -políticos, económicos- que se celebran en la televisión y en los textos que aparecen en diarios y semanarios (de gran importancia en el país vecino).

Comparar esa libertad de prensa, ese valor cívico del que hacen gala las elites portuguesas para hablar alto y claro, y criticar lo que juzgan merecedor de crítica, con el miedo a hablar de nuestros ricos, de nuestros empresarios, de nuestros políticos, fieles devotos de la ley del silencio, y con el secretismo y la rendición a los poderes políticos y económicos que hoy caracteriza a la prensa española -no digamos ya a la televisión- es como para echarse a llorar. ¿De qué presumen, entonces, los españoles ante Portugal y los portugueses? Ese es, sin duda, uno de los grandes misterios de la Historia Universal.

Jesús Cacho : 01/07/2004
jcacho@elconfidencial.com

quinta-feira, julho 01, 2004

Petição on-line >>ELEIÇÕES JÁ<<

Para quem entender que é necessário proceder a eleiões já... aqui está uma forma de se manifestar...

seeU

VIVA PORTUGAL

"O povo unido jamais será vencido". Nunca esta expressão me pareceu tão verdadeira quanto hoje. Toda uma nação se uniu, acreditou e rezou. Scolari pediu e o povo respondeu. Há muito que se esperava esta manifestação pelo patriotismo.
A todos vós, caros colegas :) , aqui deixo um poema sobre a amizade.
Beijinhos e VIVA PORTUGAL

Amizades em extinção...

Muito se fala, se compoe sobre amizade

parece que é por carencia... dela mesma

tão cantada, tão versada....tão pouco encontrada

neste momento por tantos interesses atravessada


pelas ondas sociais passadas

a cada onda menos integradas

a cada onda mais individualizadas

as pessoas mais e mais para si voltadas


houve tempos de familias inteiras unidas

sociedades rurais em sua maioria, integradas

e a evolução, da onda industrial a onda informatizada

da tecnologia, da informação a tal globalizada


ironia!!... e as amizades...fracionadas

em sociedades individualizadas,

e a amizade está em prosas, versos...sonhadas

mas cada vez menos realizadas, menos cultivadas


Amigos, no máximo se conta nos dedos de uma mão!!!

Globalização....com os laços em implosão

neste mundo de tanta criação

a amizade em extinção...

Vidas vivendo em solidão

segunda-feira, junho 28, 2004

O que se está a passar??? Hem??

Não estou a entender... andam a falar exactamente de...??
O jogo com a Holanda não é apenas na quarta...??
A final no domingo...??

OK, entendi aquela da “democracia”... trata-se de uma homenagem aos gregos... boa!! E “república” aos Checos...

Foi uma boa ideia da Carla... mas, Francisco... o Presidente da República... porque é que rezas? OK, OK... tecla três… já entendi.... é por ele ser do Sporting e tu queres que ele fale com o Scolari para dar mais oportunidades ao Beto e ao Rui Jorge, depois do Ricardo ter resolvido aquela chatice com os ingleses...

Desculpem eu não ter entendido tudo de imediato, mas ando tão, mas tão fxxxxo com o nosso panorama político (muito mais do que habitualmente) que até me esqueci do futebol.

Há uns meses alguém dizia se o PSLopes algum dia chegasse a PM que abandonava o país... bem... na volta o dia está mesmo a chegar...

E tudo a ser resolvido na última semana do Europeu... quando o pessoal acordar...

Já agora vamos a umas apostas??

Vai haver eleições ou não?
... eu lamento, mas penso que o nosso sportinguista de Belém não os tem no mesmo sítio que o Ricardo...

Agora vou chorar e bater com a cabeça na parede.... e retirar a porra da bandeira da varanda... acabou-se...

Democracia?!?!

Pelos vistos é necessário (re)lembrar alguns conceitos...

República: (lat. res publica)
s. f.,
negócios públicos;
regime em que que se tem em vista o interesse geral de todos os cidadãos e em que o Chefe de Estado é eleito, exercendo um mandato temporário.

Democracia: (gr. demokratía)
s. f.,
sistema político fundamentado no princípio de que a autoridade emana do povo (conjunto de cidadãos) e é exercida por ele ao investir o poder soberano através de eleições periódicas livres, e no princípio da distribuição equitativa do poder;
país em que existe um governo democrático;
governo da maioria;
sociedade que garante a liberdade de associação e de expressão e na qual não existem distinções ou privilégios de classe hereditários ou arbitrários.

(Re)acção

Finalmente percebi os parênteses. Afinal, tudo não passou de uma jogada de antecipação. A utilização de publicidade exterior para a divulgação do fim do erre era o inicio da campanha (com erre) que se avizinhava.
Juntos e prontos para tomar de assalto o poder, eis que se preparam para efectuar a verdadeira revolução. Esta sim com erre e sem parênteses. Sim, que estes senhores não querem ser confundidos com aqueles que há 30anos conseguiram acabar com a ditadura neste país. Sim estes senhores não querem confusões. Se uns colocaram um fim à ditadura estes predispõem-se acabar com a Democracia..
Assumir o governo por sucessão?
Despedir todos os ministros?
Tomar conta do pais, sem suporte eleitoral?
Golpe de Estado?
Podemo-nos começar a preparar para os cartazes que ai vêm - "Comigo a mandar, vocês vão (re)parar... que o pais fica mais bonito".

F.Marinho

Oração dos aflitos - Presidente nosso que estás em Belém, rogai por nós, eleitores...agora e na hora desta desgraça...e não nos deixais cair no túnel..

domingo, junho 27, 2004

Olá, Olá !!!

...estou de volta!

Antes de mais queria felicitar o blog e todo o grupo
pelo aniversário(estou atrasada uns dias, não é?)e
desejar também muitos sucessos a todos.

CS

quinta-feira, junho 24, 2004

O regresso

Caros amigos,

Após uma loooonga ausencia, voltei.

Espero que esteja tudo bem com todos e que os Srs. Drs. tenham muitos sucessos pessoais e profissionais.


Abraços a todos.


Luis Lavrador

Até os comemos... carago...

Já comemos as tapas... venham lá os bifes...


quarta-feira, junho 23, 2004

Cuidado com os carteiristas

Segundo o PortugalDiário os carteiristas são cada vez mais profissionais: agora vestem-se e pintam-se de adeptos de futebol para depois se misturarem com as claques e roubarem os seus bens. No mesmo jornal é referido que os objectos são muito variados, “desde uma ambulância a cartões de crédito e passando pelos tão desejados bilhetes para os jogos do campeonato”.


Colegas, agora já sabem, nada de sair com os bilhetes para a rua e muito menos de ambulância.

Bjs,
CN

anniversariu

Um ano são trezentos e sessenta e cinco dias
Um ano são oito mil setecentas e sessenta horas
Um ano são trinta e um milhões quinhentos e trinta e seis mil segundos
Um ano é quatro mil duzentos e trinta e três visitas.

Tudo nasceu na cabeça de um habitante das Caldas (vocês sabem.. aquela terra que é composta por rotundas…) e rapidamente se espalhou pelo resto do "universo" académico.

Mais ou menos eruditos, os variados post's publicados, neste primeiro ano, vão desde a mensagem, versão "SMS", até ao texto poético passando por algumas pérolas da comunicação.

Pasquim de segredos e desabafos, tem servido para "matar" saudades e para expressar opiniões, tem o condão de manter vivos os elos de amizade, amadurecida ao longo destes quatro anos (snif..snif..).

Não é o Blog que faz anos. É este grupo que está de parabéns.

Parabéns aos escrevinhadores; parabéns aos mirones, parabéns a todos.

F.Marinho

terça-feira, junho 22, 2004

e agora?

Pois é Cambada, e agora o que é que eu faço?
Sem aulas para ver os meus amigos, os que arranjei ao longo destes quatro anos, não posso mais discutir com minguém, tentar provar que tenho razão em qualquer coisa, bem enfim agora não posso escrever mais tenho de ir.

Parabéns

Já repararam que o nosso blogue fez esta semana um ano?!

Está na altura de se fazer um balanço...

Raduyev

Sofia... o Raduyev é o João.
Zuca... a padeira chama-se Nuno Gomes.

Bjs,
CN

segunda-feira, junho 21, 2004

SAUDADE

olá queridos colegas,
espero que todos estejam contentes com a nossa selecção.
Eu certamente que estou.
Também devo aqui expressar as imensas saudades que tenho das nossas aulas, bem deixem reformular, do tempo que antecede e sucede as aulas.
beijinhos

ps Quem é esse rayunev, ou sei lá o quê...conhecemos? gostava de ver a foto :)

beijinhos

sofia alexandra

sexta-feira, junho 18, 2004

Padeira...

Olá a todos!
Vinha por este meio solicitar a todos que saibam do paradeiro da nossa padeira, entrar em contacto com a federação Portuguesa de Futebol com muita urgência!
Ao que parece a última vez que foi vista, encontrava-se para os lados da Batalha a “despachar” umas dúzias de “hermanos”.
Dava mais jeito que umas psicólogas...
Um abraço a todos,
Força Portugal
Luís Zúquete

quinta-feira, junho 17, 2004

de regresso...

Tenho muitas saudades!!!!!

Bjs,
CN

quarta-feira, junho 16, 2004

Parabéns Doutores

Bom dia

Queria apenas felicitar todos aqueles que conseguiram atingir o objectivo a que se proposeram no início destes longos 4 anos de Universidade. Muitos parabéns a todos os Doutores de Fresco, que ainda estão a saborear o doce sabor da vitória pessoal, como eu!
Desejo muitas felicidades a todos os meus colegas de Ciências da Comunicação.

P.S. - Desejo saber como estão a correr as coisas ao resto do pessoal!

quarta-feira, junho 09, 2004

Tagus

Só para dizer que a única coisa que conheço com o nome Tagus e penso que a maioria das pessoas, é o Tagus Park. Para uma cerveja tão boa, penso que algo está a correr mal! Talvez seja culpa dos comerciais, não?

terça-feira, junho 08, 2004

Tagus

Para quem não sabe ou é ignorante nesta matéria, passo a explicar, esta é a marca de cerveja mais espectacular que neste momento se encontra no mercado, tem carecteristicas unicas numa cerveja mainstream, é uma cerveja de puro malt de cevada, produzida exclusivamente de produtos naturais, mas como há gente que só repara no que os outros deixam cair, é claro que depois não sabem o que é bom, mas enfim blog ou bolg o facto é que entendeste, agora quanto a distinguir uma verdadeira cerveja..... isso ainda há que camminhar muito e beber muito hectolitro de puro malt de cevada.
Com este pequeno esclarecimento de cervejeiro para consumidor, me despeço com muita consideração e afectividade por todos vós, contudo para ti querida sofia mil beijos gostosos, carnudos, soculentos, humidos e tudo o que tu mereçes.

Histórias Ferroviárias XVI ( O regresso)

Não sei se já repararam que as cerejas começam a criar bolores ao fim de pouco tempo.
Sentado em frente de um casal labialmente colado, e sem ter para onde olhar, fechei as pálpebras começando a visualizar o percurso das línguas respectivas como se fossem providas da capacidade de visão.
Entre caries e depósitos de históricas refeições alojadas nas paredes esmaltadas, ambas se gladiam pelo supremo palato, produzindo um bailado "Dantesco" sobre palcos de chumbo e cenários húmidos.
Que visão aterradora. Com todos os pelos em pé, abri o olhos e corri para o exterior da composição.
Já em minha casa, os primeiros vinte minutos foram gastos a usar toda a panóplia de produtos e objectos de higiene oral disponível.
Agora estava pronto, agora estava em condições de a agarrar mal ela toca-se à campainha. Envolto neste pensamentos sou alertado pelo ribombar do carrilhão da minha porta. Corri como louco, ansioso pelo beijo.
Abri…, ….era a minha velha porteira…
Os seguintes quarenta minutos foram gastos a usar toda a panóplia de produtos , objectos de higiene oral e de desinfectante disponível.

Ao abrir a porta do frigorifico deparei com as cerejas de véspera em estado mutante.

F.Marinho

segunda-feira, junho 07, 2004

Falha Técnica

Ramiro é só para dizer que estás no Blog e não no Bolg, ok?
Vamos todos beber uma Cerveja, Super Bock, Sagres, Carlsberg, Tuborg ou Imperial, em solidariedade com o Ramiro! Penso que não me esqueci de nenhuma marca importante de Cerveja, pois não?

domingo, junho 06, 2004

após muito tempo

Finalmente, voltei para escrever neste magnifico bolg, estive muito ausente mas tenho de retomar, a pouca escrita, que aqui vinha depositar, também não é hoje que me vou alongar contudo gostaria de deixar muitos e calorosos beijos pra ti loira gostosa Sofia, de quem já sinto muitas saudades e em geral a todos os participantes, cumprimentos
Ramiro Pinto

sábado, junho 05, 2004

PARABÉNS

Parabéns LUIZ.

UNI TOUR...

Carissimos,
Querem um momento único?
Vão à página da uni e vejam o autocarro amarelo!
Será que o reitor poderia patrocionar um jantar de turma, ou uma excursão, quem sabe,
naquele meio de transporte?
Bora tentar?
Bom fim de semana,
Beijos e abraços,
Luís Zúquete

quinta-feira, junho 03, 2004

Ajuda!!!

Olá Colegas,

Sei que a malta de audiovisuais anda desaparecida mas alguns já passaram pelo Stage 1 e viram o motivo.
Pois é, a malta anda a fazer um programa de TV para a 2: e precisamos da vossa ajuda.
Neste fim de semana, 5 e 6 de Junho, vamos gravar e precisamos de público.
O Programa chama-se LOTE 9 ( para quem não sabe é lote da UNI), passa-se numa garagem ( que nós constrímos) e pretende lançar novas bandas, dos mais diversos estilos musicais.
Os horários das gravações são: Sábado e Domingo às 09H00 e às 15h00.
Ao todo serão seis programas para passar às quartas feiras e precisamos mesmo de malta para avacalhar!!!! Contamos com a vossa ajuda!!!! Passem palavra!!!!

Beijinhos a todos

Joana



quarta-feira, junho 02, 2004

Fotos

Vamos para a frente com a história do almoço! Não parem!
Fiquei triste pela vossa não participação na benção das fitas! O nosso curso estava pouco representado.
É uma vergonha! No almoço, está tudo f....!
Francisco ainda estou à espera da fita!
Adeus!

sexta-feira, maio 28, 2004

Até que enfim!!!

Olá a todos,

Finalmente consegui entrar no Blog, graças ao Francisco!Já não há Homens como ele que nos explicam tudo ao pormenor...no bom sentido não comecem a pensar em outras coisas!
Zuket já tenho o teu filme quando quiseres passar pelo Cenjor estou lá até ao dia 6 de Julho, que seca!!!

Agora vou trabalhar

Js. para todos

Olga Jorge

segunda-feira, maio 24, 2004

FOTOGRAFIAS II

Vamos a isso que eu também tenho algumas para a troca.

Jokas e abraços, respectivamente.
F.Marinho

PS. Os nossos agradecimentos aos colegas da "Nova" (www.rotflol.blogspot.com) pela visita.
Um grande abraço para eles todos também.

Fotografias

Que tal organizar um almoço com a finalidade de finalmente todos trocarmos as fotos?
A ideia é simples cada um de nós levaria 2 ou 3 cds, ou um dvd-r (virgens...), da minha parte levaria o meu portátil, já com uma pasta criada com todas as fotografias que disponho e gravaria nos cds de todos os interessados.
Se os outros felizes detentores das muy ilustres fotos, também levassem as suas fotos. aí sim teriamos finalmente um album completo!
Estão de acordo?
Beijos e abraços,
Luís Zúquete

sexta-feira, maio 21, 2004

EURO-2004

Para quem gosta destas coisas!

http://www.vespaclubroma.it/lisbona.htm
Aquele abraço,
Luis Z.

quinta-feira, maio 20, 2004

Boas vindas à Olga

A Olga passou a fazer parte desta seita underground...


O pessoal podia começar a pensar em actualizar o seu perfil... para a coisa ficar mais composta... que tal?


Que acham aqui das novidades? Ficou bem o nosso blogue? Reconhecem os dois cromos lá bem em cima?


..:: carlos galveias ::..


PS: Depois da bênção das fitas impõe-se uma confraternização final... lá para meados de Junho... depois de todo o stress... mas antes das férias... que tal ler de vagar?

Mais umas almas roubadas... hokahey...

Aqui vão as primeiras... têm o patrocínio do Hugo







..::carlos galveias ::..

quarta-feira, maio 19, 2004

Fotos do jantar de Turma

Olá a todos!

Estou a constatar que são sempre os mesmos a participar neste meio de comunicação! Será que ainda existem pessoas a curar a ressaca do jantar? Ou será que têm vergonha por não terem estado presentes?
Espero que essas pessoas se manifestem rapidamente, pois se isso não acontecer, não sei o que posso fazer.... (Hoje estou com tendências violentas) Atenção, tendências violentas e não paneleiras, ao contrário de alguns filósofos que aqui escrevem, pois parece que a noite foi bastante engraçada, ou não meus senhores e senhoras?
A razão principal que me levou a escrever foi a requisição das fotos!
Zuquete faz-me chegar as fotos rapidamente!
Galveias tenho a dizer-te que ficas bem na foto juntamente com a menina do Martini! Tu e o Tiago!
Francisco, faz chegar as fotos ao Galveias!
Um grande abraço a todos e a todas!
Saudações Benfiquistas!

terça-feira, maio 18, 2004

A benção...

Com efeito foi um dia muito longo e produtivo!
Que melhor benção poderia haver que aquela? (nem sequer apanhei escaldão, nem fui apalpado, como alguns...)! Ganhei um baralho de cartas... participei numa animada tertúlia, fiz o jogo de snooker da minha vida, gastronomia internacional, assinei as minhas primeiras fitas da nossa turma e acima de tudo tive o prazer de estar acompanhado por mais que colegas de curso, amigos naquela que terá sido para mim a melhor tarde de aulas do nosso curso...
Gostei muito de estar com todos os presentes e claro também fizeram falta os ausentes!
E cheguei a uma conclusão: Preciso de aulas extra...!
Um abraço a todos!
PS- Tenho 147 Fotografias de sábado...! Negócios à vista????
Luís Z.

(A)mizade em (A)ristóteles

Por falar em Aristóteles... gosto muito deste texto... fala de amizade... segundo Aristóteles... Encontra-se neste site.


A Amizade em Aristóteles

Aristóteles - filósofo grego. Nasceu em 10 de Janeiro de 0384 a. C., Estagira. Faleceu em 31 de Dezembro de 0322 a. C. Um dos mais importantes pensadores de todos os tempos. Texto extraído da obra "Ética a Nicômaco", O Livro das Virtudes - William J. Bennett. 1995 Cia. das Letras, São Paulo.

Assim como os motivos da Amizade diferem em espécie, também diferem as respectivas formas de afeição e de amizade. Existem três espécies de Amizade, e igual número de motivação do afecto, pois na esfera de cada espécie deve haver "afeição mútua mutuamente reconhecida".

Aqueles que têm Amizade desejam o bem do amigo de acordo com o motivo da sua amizade; desse modo, aqueles cujo motivo é a utilidade não têm Amizade realmente um pelo outro, mas apenas na medida em que recebem um bem do outro.
Aqueles cujo motivo é o prazer estão em caso semelhante: isto é, têm Amizade por pessoas de fácil graciosidade, não em virtude de seu carácter, mas porque elas lhes são agradáveis. Assim, aqueles cujo motivo da Amizade é a utilidade amam seus amigos pelo que é bom para si mesmo; aqueles cujo motivo é o prazer o fazem pelo que é prazeroso a si mesmo; ou seja, não em função daquilo que a pessoa estimada é, mas na medida em que ela é útil ou agradável. Essas Amizades são portanto circunstanciais: pois que o objecto não é amado por ser a pessoa que é, mas pelo que fornece de vantagem ou prazer, conforme o caso.

Tais Amizades são de facto muito passíveis de dissolução se as partes não permanecem iguais: isto é, os outros cessam de ter Amizade por eles quando deixam de ser agradáveis ou úteis. Ora, a natureza da utilidade não é de permanência, mas de constante variação: assim, quando o motivo que os tornou amigos desaparece, a Amizade também se dissolve; pois que existia apenas em relação àquelas circunstâncias...

A perfeita Amizade é a que subsiste entre aqueles que são bons e cuja similaridade consiste na bondade; pois esses desejam o bem do outro de maneira semelhante: na medida em que são bons (e são bons em si mesmo); e são especialmente amigos aqueles que desejam o bem a seus amigos por si mesmo, porque assim se sentem em relação a eles, e não por uma mera questão de circunstâncias; assim, a Amizade entre esses homens permanece enquanto eles são bons; e a bondade traz em si um princípio de permanência...

São poucas as probabilidades de Amizade dessa espécie, porque os homens dessa espécie são raros. Além disso, pressupõem-se todas as qualificações exigidas, essas Amizades exigem ainda tempo e intimidade; pois, como diz o provérbio, os homens não podem se conhecer "até que tenham comido juntos a quantidade de sal necessária"; nem podem de fato admitir um ao outro em sua intimidade, muito menos serem amigos, até que cada um se mostre ao outro e dê provas de ser objecto apropriado para a Amizade.

Aqueles que iniciam apressadamente uma troca de gestos amigáveis querem ser amigos mas não o são, a menos que sejam também objectos apropriados para a Amizade e se reconheçam mutuamente como tal: ou seja, o desejo de Amizade pode surgir rapidamente, mas não a amizade propriamente dita.



Chegaram até aqui... eu e os textos longos. Mas o tempo é algo de muito insignificante quando se fala de amigos, de amizade.

O desafio agora é outro - citando outro "velho amigo", Elmer Letterman - "Só existe uma coisa melhor do que fazer novos amigos: conservar os velhos"...

Da minha parte tenho a dizer que tem sido um prazer. Quanto a sentimentos, tive a sorte de alguém me ter escrito na minha fita: "As amizades não se escrevem... sentem-se!"

Que mais posso dizer?

Abraços & Beijos na testa...



..::carlos galveias::..

"Quem não vê bem uma palavra não pode ver bem uma alma"
Fernando Pessoa





segunda-feira, maio 17, 2004

(B)*enção das fitas

No passado sábado ocorreu mais um encontro académico reunindo os média e o marketing (mais dos primeiros que dos segundos) no qual foi notada a ausência dos audiovisuais. (Só não estranhei porque já começa a ser habitual)
Enquanto a grande maioria dos "jovens" finalistas se reunia em rituais de misturas religiosas e pagãs, um outro, bastante mais pequeno e muito pouco católico, patrocinava o debate de ideias (sim, leram bem. A vida não é só medida em graus).
O começo deste périplo de crânios começou com um repasto bem português, desde as tão tradicionais sardinhas até à importada picanha, tudo regado com o também bem tradicional vinho alentejano, antecedido de cerveja e secundado com outra bebida própria da ocasião (O café - ó vocês pensavam outras coisas?).
Depois do revestimento interno partimos para o verdadeiro encontro académico e demos por nós sentados numa livraria .- Ler.devagar - em plena tertúlia.
(Isto sim, esta é a forma de comemorar uma licenciatura em ciências da comunicação).
Do "Escola de Frankfurt", passando por "Saramago", "Luis Sepulveda", " Elihu Katz e Daniel Dayan", política nacional e internacional, tudo serviu de acompanhamento ao excelente chá de jasmim.
A troca de ideias foi profícua e contribuiu para cimentar amizades, já Aristóteles, na sua Retórica, escrevera "Um discurso deverá ser julgado pelo seu efeito sobre alguém".
Mas como o corpo não se alimenta só da mente, lá seguimos para outro repasto, este agora já na companhia dos outros colegas (não de todos, infelizmente, mas….. cada um sabe de si).
No antes, no durante e no depois, também ocorreram outras aventuras, mas essas eu não publico. Essas ficam nos segredos dos presentes.
Uma promessa voltou a ser reafirmada, a de um encontro aos vinte e nove de janeiro de todos os anos e nos "entretantos" uma maior presença neste espaço (tu sabes que é contigo que estou a falar).
A segunda já estou a cumprir, quanto à primeira, lá estarei.

F.Marinho

*Não sei o porquê do parêntesis mas ouvi dizer que é moda.

Jantar de Turma

Olá Pessoal

Quero saber quando vamos ter as fotos disponíveis! Eu tenho 5 fotos que posso enviar. Vou mandar para o Galveias!
Obrigado.

quarta-feira, maio 12, 2004

(R)Evolução ?!

Opiniões sobre esta alteração??

Linda... Florbela

Bem... eu por vezes tenho destas coisas... hoje foi um dia especial... que tal celebrar com Florbela Espanca?? Parece bem??

E de quem é que os restantes amigos gostam???



Saudades e Amarguras

Saudades e amarguras
Tenho eu todos os dias,
Não podem pois adejar
Em meus versos, alegrias.

Saudades e amarguras
Tenho eu todas as horas,
Quem noites só conheceu,
Não pode cantar auroras.





... este é um dos meus favoritos dela...




FLORBELA ESPANCA

Poetisa: 1894 – 1930

por Rolando Galvão



EU QUERO AMAR, AMAR PERDIDAMENTE!
QUANDO TUDO ACONTECEU...


1894: A 8 de Dezembro, nasce Florbela Espanca em Vila Viçosa. - 1915: Casa com Alberto Moutinho. - 1919: Entra na Faculdade de Direito, em Lisboa. - 1919: Primeira obra, Livro de Mágoas. – 1923: Publica o Livro de Soror Saudade. – 1927: A 6 de Junho, morre Apeles, irmão da escritora, causando-lhe desgosto profundo. - 1930: Em Matosinhos, Florbela põe fim à vida. - 1931: Edição póstuma de Charneca em Flor, Reliquiae e Juvenilia e ainda das colectâneas de contos Dominó Negro e Máscara do Destino. Reedições dos dois primeiros livros editados. Verdadeiro começo da sua visibilidade generalizada.


FLOR BELA, RAÍZES E RAMOS


Vila Viçosa, final do ano de 1894, noite de sete para oito de Dezembro.

Antónia da Conceição Lobo sente as dores do parto. Nasce uma menina. Não vem ao encontro das alegrias da família. Não há assim lugar ao habitual regozijo de tais momentos. Não parece ter sido desejada por qualquer das partes. É baptizada como filha de pai incógnito. Avôs e avós também incógnitos. É-lhe posto o nome de Flor Bela de Alma da Conceição. Na literatura portuguesa será chamada Florbela Espanca. Apelido que receberá do pai, João Maria Espanca, já então levantado o véu encobridor. Curiosamente, o padre que a baptiza e a madrinha usam o mesmo apelido.

A mãe morre algum tempo depois.

Tem infância sem falta de carinhos e a sua subsistência não será ensombrada por insuficiências que atingem muitas das crianças que nascem em circunstâncias semelhantes.

O pai não a deixará desprovida de amparo. Ela própria assim o diz quando aos dez anos, em poema de parabéns de aniversário ao "querido papá da sua alma" escreve que a "mamã" cuida dela e do mano "mas se tu morreres/ somos três desgraçados" .

Será acarinhada pelas duas madrastas, como revelará na sua própria correspondência.

Ingressa no liceu de Évora. Num tempo em que poucas raparigas frequentam estudos, e bonita como é, apesar de umas tantas vezes afirmar o contrário, põe à roda a cabeça dos colegas.

Não são aqueles os primeiros versos. Antes já os escrevera com erros de ortografia. Naturalmente infantis, mas avançados em relação à idade. De algum modo, prenunciam o que virá depois.

Esta precocidade contrasta com um quê de desajustamento futuro, quando a sua escrita divergirá dos conceitos de poesia dos grupos do Orfeu, Presença e outras tendências do designado "Modernismo", e que emergem como as grandes referências literárias da época. Das quais Florbela parecerá arredada.

Inicialmente sem dificuldades económicas, como deixa perceber. Explicadora, trabalhará ensinando francês, inglês e outras matérias. Mais tarde, com vinte dois anos, irá cursar Direito na Universidade de Lisboa.

Publica vários poemas em jornais e revistas não propriamente dedicados à poesia, como seja Noticias de Évora e O Século ou de circulação local.

Edita os seus primeiros livros, Livro de mágoas em 1919, e em 1923 Livro de Soror Saudade, onde incluirá grande parte da produção anterior.

Refere o seu Alentejo e os locais ligados às suas origens, e exalta a Pátria em alguns poemas. Mas a sua escrita situar-se-á sobretudo no campo da paixão humana.

Contrai matrimónio por três vezes. Do primeiro marido, Alberto Moutinho, usa o apelido em alguns escritos, nomeadamente correspondência. Do terceiro marido, Mário Lage, juntará o apelido à assinatura usual, nas traduções que efectuará. Do segundo, António Guimarães, não parece haver reminiscências explicitas nos escritos de Florbela, que lhe terá dedicado obra que publica como Livro de Soror Saudade, titulo diferente do projectado e esquecendo a dedicatória.



AS FACES DUMA PERSONALIDADE



Como dizem vários estudiosos da sua pessoa e obra, Florbela surge desligada de preocupações de conteúdo humanista ou social. Inserida no seu mundo pequeno burguês, como evidencia nos vários retratos que de si faz ao longo dos seus escritos.

Não manifesta interesse pela política ou pelos problemas sociais. Diz-se conservadora.

Uma quase inventariação das suas diferentes personalidades desenha-se nas palavras de um dos seus contos, a que deu o titulo À margem de um soneto que integra o volume intitulado O Dominó Preto.

Inicia-o falando duma poetisa, a dizer que "vestida de veludo branco e negro, estendeu a mão delgada, onde as unhas punham um reflexo de jóias....", informando um visitante de que tinha fechado o seu "livro de versos... com um belo soneto!"

Segue, "num olhar... afogado em sonho" e "numa voz macia e triste" a leitura do soneto e termina com "o mal de ser sozinha"...suportando "o pavoroso e atroz mal de trazer/ tantas almas a rir dentro da minha!...."

O conto continua em tons e quadros que Florbela frequentemente considera como de si própria e aqui atribui a suposta romancista brasileira: "feia, nada elegante, inteligente, mas com o talento, o espírito e a graça, e sobretudo o encanto, duma imaginação extraordinária, palpitante de vida, apaixonada e colorida, sempre variada, duma pujança assombrosa."

Pondo na mente do marido da personagem, o seu próprio discurso, vai enunciando as "almas diversas que eram dela" e que "ocultava dentro de si".

Entrevê a personagem "imaculada, ingénua, fria, longínqua"; "inacessível e sagrada" de "imaterial beleza" e "a morrer virginal e sorridente".

Referindo um outro imaginário romance apresenta-se "ardente e sensual, rubra de paixão, endoidecendo homens, perdendo honras..."

Com alusão a terceiro presumível livro, qualifica-se "céptica e desiludida, irónica, desprezando tudo, desdenhando tudo, passando indiferente em todos os caminhos, fazendo murchar todas as coisas belas". Mente "dia e noite só pelo prazer de mentir" e "beija doidamente um amante doido."

Quem, ao ler a sua obra poética, a sua prosa, as suas cartas, os seus outros escritos, não a vê usar um milhar de vezes para si própria, termos semelhantes, ultrapassando até tais qualificativos e exageros?

Antes do final ainda a exaltação do ser poeta, que se pode considerar uma das suas constantes:

"- As almas das poetisas são todas feitas de luz, como as dos astros: não ofuscam, iluminam...."

Quem é realmente Florbela?

Ninguém é definível numa só dimensão, num só conjunto de qualidades. Todo o ser é uma intersecção de adjectivações diferentes e até opostas, ensina-me, desde a juventude, o meu amigo Diogo de Sousa, que cursava Filosofia.

No caso da poetisa tem a particularidade de ser ela própria a evidenciá-lo, permanentemente e sem constrangimentos. Parafraseando António José Saraiva e Oscar Lopes na História da Literatura Portuguesa: estimula e antecede o "movimento de emancipação literária da mulher" que romperá "a frustração não só feminina como masculina, das nossas opressivas tradições patriarcais...."

Na sua escrita é notável, como dizem os mesmos mestres, "a intensidade de um transcendido erotismo feminino". Tabu até então, e ainda para além do seu tempo, em dizeres e escreveres femininos.

Os referidos autores, em capitulo sob o titulo Do simbolismo ao modernismo, enumerando várias tendências como "método de exposição ... pedagógica" incluem Florbela num grupo que designam como "Outros poetas". Qualificam-na como "sonetista com laivos parnasianos esteticistas" e "uma das mais notáveis personalidades líricas".

O seu egocentrismo, que não retira beleza à sua poesia, é por demais evidente para não ser referenciado praticamente por todos.

Sedenta de glória, diz Henrique Lopes de Mendonça, transcrito por Carlos Sombrio.

Na sua escrita há um certo numero de palavras em que insiste incessantemente. Antes de mais, o EU, presente, dir-se-á, em quase todas as peças poéticas. Largamente repetidos vocábulos reflexos da paixão: alma, amor, saudade, beijos, versos, poeta, e vários outros, e os que deles derivam.

Escritos de âmbito para além dos que caracterizam essa paixão não são abundantes, particularmente na obra poética. Salvo no que se refere ao seu Alentejo.

Não se coloca como observadora distante, mesmo quando tal parece, exterior a factos, ideias, acontecimentos.

Curiosa é a posição da poetisa quanto ao casamento. Mau grado dizer que a única desculpa que se atribui é ter casado por amor (!!!), várias vezes se afirma inteiramente contra, apesar de ter contraído matrimónio por três vezes...

Entre os poetas seus preferidos destacam-se António Nobre, Augusto Gil, Guerra Junqueiro, José Duro e outros de correntes próximas. Interessa-se também por Antero.

Pela não publicação das suas obras, ora se mostra descontente por não encontrar editor para os livros que, após os dois primeiros, deseja dar a público, ora pretende mostrar-se desinteressada, mesmo desdenhosa pelo facto. Embora o desgosto seja saliente.

Passados perto de setenta anos sobre a sua morte são falados comportamentos menos ortodoxos em relação à moral sexual do seu tempo. Algumas expressões de emocionalidade um tanto excessiva para a época, embora não exclusivas da escritora, ajudam a suspeita.

Lembramos a sua correspondência e as referências ao irmão, Apeles. Os seus excessos verbais parece não passarem disso mesmo - imoderação para exprimir uma paixão. Aqui, exaltação fora do comum de um amor fraternal mas que não destoa do falar dos seus sentimentos.

Semelhante escrever na correspondência com uma amiga. Afinal nunca esteve junto dessa mesma amiga e apenas a viu em retrato.

Esses limites alargados na expressão do amor, da amizade e das afeições, são uma constante.

Fernanda de Castro, em escrito retido por Carlos Sombrio, explica as suas contradições, ao dizer" não soube viver sem quebrar preconceitos, algemas, correntes - e não teve coragem de os quebrar todos".

Florbela, poetisa, não pode ser separada da sua condição de mulher, das suas paixões, da sua maneira de ser, da sua vida, das suas contradições, humildade e orgulho, preconceitos, sua presença e ausência, seus amores e desamores, explica-me a minha jovem amiga Clara Santos, florbelista militante.

A sua única preocupação é ela própria, o amor, a paixão... o querer e o não querer. A par duma vida pouco comum para os cânones vigentes - dois divórcios e três casamentos em cerca de quinze anos - essa relação mulher-paixão e a exaltação ao exprimir-se sobre si própria, podem ter contribuído para os conceitos aludidos.

Repare-se neste começo de um dos seus mais conhecidos sonetos:

Eu quero amar, amar perdidamente !
Amar só por amar: Aqui ... além...
Mais Este e Aquele, o Outro e toda a gente ...
Amar ! Amar! E não amar ninguém !


e no final da quadra seguinte

Quem disser que se pode amar alguém
Durante a vida inteira é porque mente!


Na época, conservadora como diz ser, leva a crer muito provavelmente, num viver que nos factos se coadunará e não se distanciará dos conceitos morais e sociais vigentes.



FLORBELA, A ESCRITORA E O CULTO


Pergunto-me o porquê da visibilidade de Florbela e da sua aceitação por um público muito mais vasto que o de muitos outros escritores seus contemporâneos, anteriores e posteriores, de qualidade se não superior, pelo menos semelhante, e de interesse e caracter mais universalista, com preocupações capazes de fazerem apelo a um mais vasto e amplo leque de sensibilidades.

Se a sua obra apresenta inegável interesse e beleza, não deixa de constituir surpresa para alguns críticos, o impacto junto do público leitor, comparado com o de outros autores de igual valia e que fora dos meios ditos intelectuais pouco ou nada são conhecidos.

Abrimos a referida História da Literatura Portuguesa, contamos os vários nomes de escritores aí citados na mesma época, atentamos na análise deles feita pelos insuspeitos autores e constatemos o numero dos que praticamente continuam envoltos numa bruma. Mesmo para leitores de mais largos voos muitos não passam de meros desconhecidos.

Após vasta inventariação de publicações, José Augusto França, na sua obra Os anos vinte em Portugal, indicando umas dezenas de escritores, a Florbela se refere dizendo-a "escondida de todos", acrescentando todavia que "foi ela o caso de mais profunda criação entre as mulheres que publicaram nos anos 20 portugueses".

Para outros não é um astro da grandeza de vários dos seus contemporâneos. Estará um tanto em atraso, quer quanto à forma, quer quanto às suas preocupações. Como explicar então que seja qualificada por muitos como um dos vultos do século - e o seja, pela projecção que acaba por atingir?

Hernâni Cidade referirá "a violenta contradição entre o conceito de poesia de duas épocas distantes ou próximas".

Alguns críticos entrelinham a análise do seu comportamento e da sua obra com dizeres onde se pressente um esforço para evitarem uma sentença relativamente dura.

Natália Correia, em longo prefácio a uma edição de Diário do último ano fala do "coquetismo patético" e refere a sua "poesia maquilhada com langores de estrela de cinema mudo, carregada de pó de arroz". E continua, exagerando um tanto, dizendo que a escritora "estende-se na chaise-longue dos seus quebrantos de diva de versos. Muito a preceito da corte dos literatos menores. Uma cadelinha de luxo acarinhada no chá-das-cinco das senhoras do Modas e Bordados e do Portugal Feminino para explicar que isso nasce da sua insensibilidade "a rupturas engendradas pelas crises do discurso lógico masculino".

Porquê então tal expansão?

O seu culto começa nela própria.

Leia-se o poema, cantado por conhecido grupo musical e um dos mais belos:

Ser poeta é ser mais alto, é ser maior
Do que os homens! Morder como quem beija!
É ser mendigo e dar como quem seja
Rei do Reino de Aquém e Alem Dor!
.............................
É ter cá dentro um astro que flameja,
É ter garras e asas de condor!
.............................
É ter fome, é ter sede de Infinito!
............................
É condensar o mundo num só grito!
............................


E quantas e quantas vezes Florbela nos recorda que é poeta! E com que euforia:

Sonho que sou a Poetisa eleita,
Aquela que diz tudo e tudo sabe,
Que tem a inspiração pura e perfeita,
Que reúne num verso a imensidade!
Sonho que um verso meu tem claridade
Para encher todo o mundo! E que deleita
Mesmo aqueles que morrem de saudade!
Mesmo os de alma profunda e insatisfeita!


Poucos poetas o farão tão repetidamente...

De modo algum pomos de lado a beleza do que escreve, da maneira como se exprime, e do que ocupa a sua escrita.

Sem excluir a qualidade literária, não serão porém inteiramente estranhos ao multiplicar da sua leitura, aspectos que de certo modo lhe serão alheios. Entre outros, o auto retrato da sua vida que desenha um tanto distante do ordenamento e preconceitos sociais da sua época, as variadas contradições, ou aparência de contradições (como admite José Régio) a tragédia da sua morte, o seu empenhamento na publicação, esforçado e continuado, os locais onde vive, propensos à glorificação dos naturais ou próximos, o seu proto-feminismo diferenciado do que se lhe seguirá uns anos mais tarde, mas capaz de chamar a atenção.

Um nome, Guido Batelli, italiano, professor da Universidade de Coimbra, não poderá ser esquecido. Ao traduzir para a sua língua vários dos poemas de Florbela, cria um facto que não se pode dizer muito comum .

E admirando-a sinceramente, contribuirá para a edição (póstuma) de Charneca em Flor, Reliquiae e Juvenilia. É provavelmente com a sua intervenção que se fazem as primeiras reedições do Livro de Mágoas e do Livro de Soror Saudade.

Régio, sobre o silêncio da Presença, de que diz ter vergonha, explica que só mais tarde a conhece. Chama-lhe "poesia viva" que "nasce, vive e se alimenta do seu (...) porventura demasiado real caso humano". Acompanhará sucessivas reedições de uma parte dos poemas com extenso e elucidativo prefácio, datado de 1950, onde faz análise valiosíssima, exaltando a obra e destacando alguns dos mais brilhantes momentos da poetisa...

Mas é, possivelmente, António Ferro que, em artigo do Diário de Noticias, logo em Janeiro de 1931, chama a atenção para a poesia de Florbela e provoca um acordar de críticos e leitores que até ao presente se não extingue.



POESIA. CONCEITOS E PRECONCEITOS DE AMOR


"Beija-me as mãos, Amor, devagarinho", diz Florbela. Entretanto, o que está a acontecer no resto do mundo? Consulta a Tábua Cronológica.

É a poesia que fará de Florbela o vulto que é. Quase sempre em forma de soneto.

Salvo umas tantas excepções. Algumas quadras incluídas por Rui Guedes em valiosa edição abrangendo a totalidade ou quase da poesia de Florbela .

Uma delas, com um certo sabor à chamada quadra popular:

Tenho por ti uma paixão
Tão forte tão acrisolada,
Que até adoro a saudade
Quando por ti é causada

ou esta

Que filtro embriagante
Me deste tu a beber?
Até me esqueço de mim
E não te posso esquecer...


O seu Alentejo merece-lhe palavras de exaltação. Em soneto a que chama No meu Alentejo que inclui em carta à directora de Modas e Bordados exprime-a nos tercetos finais

Tudo é tranquilo e casto e sonhador...
Olhando esta paisagem que é uma tela
De Deus, eu penso então: Onde há pintor


Onde há artista de saber profundo,
Que possa imaginar coisa mais bela,
Mais delicada e linda neste Mundo?


Escreve também poemas de sentido patriótico. Um deles, dirigido às mães, apelando que calem as suas mágoas pelos filhos que lutam e morrem na guerra em defesa da Pátria, e alguns outros de sentido semelhante.

Mas Florbela lembra claramente que o que a preocupa é o Amor, e os ingredientes que romanticamente lhe são inerentes: a solidão, a tristeza, a saudade, a sedução, a evocação da morte, entre outros... E o desejo. Mesmo quando trata outros temas, diz-me alguém que a admira. Olhemos uma das quadras do soneto que intitulou Toledo

As tuas mãos tacteiam-me a tremer...
Meu corpo de âmbar, harmonioso e moço,
É como um jasmineiro em alvoroço,
Ébrio de Sol, de aroma, de prazer!


O grande paradoxo. O amor, como muitas vezes se lhe refere, sugere um sentir onde o erotismo é componente permanente. Exaltado em vários escritos, noutros pretende ser limpo do que na época se consideram impurezas.

Após os vários casamentos, diz desejar morrer virginalmente.

Tudo produto duma moral que interditava à mulher exprimir o seu prazer sexual, segreda-me uma outra minha amiga, para quem Florbela é o grande expoente da escrita no feminino. As sugestões mais ousadas sobre sexo eram tidas como degradação ou, complacentemente, como provocação, recorda-me.

Pergunta que não terá resposta fácil é saber se Florbela escreve, aproximando-se do explícito, porque pretende romper com os comportamentos tidos como convenientes e dentro do moralmente correcto.

Olhamos o soneto Passeio ao Campo onde começa

Meu Amor! Meu Amante! Meu Amigo! Colhe a hora que passa, hora divina,
bebe-a dentro de mim, bebe-a comigo!

e depois de referir a "cinta esbelta e fina..." e outros atributos da sua própria elegância física, continua

E à volta, Amor... tornemos, nas alfombras
Dos caminhos selvagens e escuros,
Num astro só as nossas duas sombras...


Num outro

Se tu viesses ver-me hoje à tardinha,
A essa hora dos mágicos cansaços,
Quando a noite de manso se avizinha,
E me prendesses toda nos teus braços...


para concluir

E é como um cravo ao sol a minha boca...
Quando os olhos se me cerram de desejo...
E os meus braços se estendem para ti...




O erotismo não fica por aqui. Num outro poema diz:



Sonhei que era a tua amante querida
......................................................
........................................anelante
estava nos teus braços num instante,
fitando com amor os olhos teus


E ainda em sentido semelhante, estes tercetos

Beija-me as mãos, Amor, devagarinho...
Como se os dois nascêssemos irmãos,
Aves, cantando, ao sol, no mesmo ninho...


Beija-mas bem!...Que fantasia louca
Guardar assim, fechados, nestas mãos,
Os beijos que sonhei pra minha boca!...


Mau grado dizeres que, pelo sensualismo, sugerem um sentido libertário, uma interpretação do conjunto da sua obra faz pensar em posição cultural divergente.

Contraditoriamente com essa sensualidade sempre presente, afirma não poder olhar para o relacionamento sexual sem um sentimento de impureza, de brutalidade. Em alguns trechos, onde mais fortemente sugerido, as mulheres são impuras, megeras ou sujeito de outros qualificativos semelhantes.

O casamento e a posse são brutalidades, afirma e repete.



A PROSA

A prosa de Florbela exprime-se através do conto e de um diário que antecede a sua morte e em cartas várias, de natureza familiar umas, outras tratando de questões relacionadas com a sua produção literária, quer num sentido interrogativo quanto à sua qualidade, quer quanto a aspectos mais práticos, como a sua publicação. Nas diferentes manifestações epistolares sobressaem qualidades que nem sempre estão presentes na restante produção em prosa - naturalidade e simplicidade.

Nos contos, compilados em dois volumes, O Dominó Preto e As Máscaras do Destino, muitas vezes um certo sentido autobiográfico, intimista.

No já referido À margem de um soneto, como atrás dizemos, parece pretender retratar as diferentes personalidades em que se vê, contraditórias e provocantes em relação à época

Num outro conto, Amor de outrora, pressente-se um recordar de ocorrências da sua vida e dos seus enganos e desenganos de amor, desde o primeiro ao terceiro casamento. Várias cartas, para os maridos e para os apaixonados que aparentemente pretende afastar, e para o pai, em que procura justificar algumas situações, ajudam a este entendimento.

Em Crime do Pinhal, ao lado dos "lavadores de honra" pelo assassinato de um sedutor, duas mães no afecto da mesma criança. As suas "madrastas mães" cujo grande e simultâneo afecto por Florbela é retribuído?

No inicio de As Máscaras do Destino, dedicatória a Apeles, o seu Morto, para quem mais uma vez palavras de exaltação e dor, que complementa em O Aviador, visão mítica da morte do irmão amado.

Ao longo dos contos encontram-se frases de grande beleza e força. As expressões de desejo, carregadas de erotismo, atribuídas à personagem do segundo dos referidos contos – que, de algum modo, exprimem as suas contradições na transição para a libertação da mulher. Não podemos porém deixar de os considerar por vezes carecendo de uma certa densidade. Um excessivo uso de palavras e imagens, que pouco ou nada acrescentam ao que pretende sugerir, contribui para uma menos conseguida "análise profunda dos sentimentos e paixões", observa Y. Centeno. E, como nota a mesma escritora, quase permanente é a qualificação das mulheres em puras e impuras, em excelentes e megeras.

As suas cartas, sem a pretensão da criação literária, e talvez por isso, a par da informação factual, apresentam uma visão muito menos enfeitada e artificiosa da sua vivência. Permitem conhecê-la melhor e exprimem estados de alma mais próximos duma humanidade real do que a sua prosa formal e, até, alguns dos seus momentos poéticos.

Sobressaem as que envia à sua amiga Júlia Alves, com quem nunca se encontrará, com quem troca impressões sobre os mais variados assuntos e a quem expõe a sua alma à medida que o relacionamento vai progredindo. Numa delas dirá: "preciso tanto de ser embalada devagarinho... suavemente... como uma criança pequenina, sonhando de olhos fechados, num regaço carinhoso e quente!..." O que talvez ajude a compreender a sua vida e a sua morte.

Numa outra, já após o primeiro casamento, afirma - e isto é por ela redito e contradito: "uma das coisas melhores da nossa vida... é o amor, o grande e discutido amor... " acrescentando umas linhas a seguir que "no entanto, o casamento é brutal, como a posse é sempre brutal..."

Escreve à sua amiga com frequência que não deixa de surpreender. Em dias seguidos. Num mesmo dia três missivas distintas. Na que se presume ser a última, um pouco menos de um ano depois da primeira, e já sem o calor que se pressente nas anteriores, agradece dizendo que não esquece o ter-se sentido compreendida e estimada

Em correspondência dirigida a outras personalidades mostra-se triste pois não vê facilitado o caminho para a publicação dos seus livros.

A Raul Proença deixa claro o seu desânimo com o que este pensa dos seus versos, juntando outros sonetos perguntando se desses gosta. O escritor virá a proporcionar-lhe a publicação (Livro de Mágoas).

Traduzirá dois livros (e possivelmente outros), um de Pierre Benoit, Mademoiselle de la Ferté, que constitui leitura obrigatória dos adolescentes da década seguinte à sua morte, e Dois Noivados de Clambol, editados pela Liv. Civilização, do Porto. Assina as traduções como Florbela Espanca Lage. Antes, em várias circunstâncias, usara Florbela Moutinho, apelido do primeiro marido.



O FIM


No último ano de vida elabora um Diário, onde deixará anotações até escassos dias antes do trágico fim. Prefácio a esse fim.

Logo no início explica não ter qualquer objectivo ao escrevê-lo.

Pouco depois do começo espera que "quando morrer é possível que alguém" ao lê-lo "se debruce com um pouco de piedade, um pouco de compreensão," sobre o que foi ou julgou ser. "E realize o que eu não pude: conhecer-me".

Define-se "honesta sem preconceitos, amorosa sem luxúria, casta sem formalidades, recta sem princípios, e sempre viva", o que encaminha para algumas das questões que se põem..

Depois de recordar os nomes de companheiros e mostrar uma vez mais o amor pelo irmão, Apeles, aviador, cujo desaparecimento em desastre do seu avião a faz sentir mais só. Diz não compreender o medo que a morte causa à jovem autora de um Diário de que reproduz algumas frases.

Examina-se diante do espelho e dizendo-se "grosseira e feia, grotesca e miserável" põe em dúvida se saberia fazer versos. Colocando-nos uma vez mais em face das contradições que a atormentam permanentemente e que exprime numa outra frase: "Viver é não saber que se vive".

À medida que caminha para o final as anotações são cada vez mais raras e curtas.

Afirma que as cartas de amor que escreveu resultavam apenas da sua necessidade de fazer frases. E em oposição frontal com o dito páginas atrás escreve "se os outros não me conhecem, eu conheço-me".

Poucos dias antes de morrer interroga-se "que importa o que está para além?" Responde, repetindo o que diz no soneto A um moribundo: seja o que for será melhor que o mundo e que a vida.

A morte anunciada ao longo da sua escrita ocorrerá pouco depois. Põe fim à vida em 8 de Dezembro de 1930, dia em que faz trinta e seis anos, em Matosinhos, onde vive. Aí é enterrada sendo mais tarde trasladada para a sua terra natal.

Com Florbela morre, não talvez a maior poetisa do seu tempo, mas uma das que mais agudamente e sem temor exprimiu as grandes contradições da sensibilidade feminina nas suas paixões. Ao mesmo tempo, com uma certa ingenuidade, impregnada das verdades simples ou complexas do que é a mulher, na convergência da cultura e do ser.

Que conduz Florbela para a morte?

Fernanda de Castro, em escrito citado por Carlos Sombrio, sintetiza a resposta: "Porque nunca soube pôr de acordo o seu corpo, o seu espírito e a sua alma".

Do acontecimento os jornais quase não dão notícia. Fá-lo-ão a partir daí.

Postumamente são publicadas, por iniciativa do professor Guido Batelli, como atrás se diz, os dois livros de poemas Charneca em Flor e Reliquiae, duas colectâneas de contos, Dominó Negro e Máscara do Destino e uma outra de poesia, Juvenilia.

Começo de uma sucessão de reedições que no caso da poesia alcança já, em alguns casos, a ordem das três dezenas, ou mais, se recordarmos a dispersão editorial.

E alem das de Guido Batelli, algumas traduções, não apenas para italiano.

sexta-feira, maio 07, 2004

Jantar... II

Olá a todos!

Já faz algum tempo que por aqui não passava... Não que as saudades não fossem muitas, mas este último ano tem sido uma verdadeira loucura... Aturar as ideias lunaticas do nosso querido amigo americano todos os dias é obra!!! Cada vez mais crazy, man!! A última loucura foi termos aulas ao sábado, das 10h ás 19h.. Enfim, o que nos vale é que está quase no fim... Buááááá... Não quero! Que vou fazer depois? Vou ser adulta? Não pode ser, é cruel demais!

Quanto à jantarada, realmente gostarima muito de participar, mas a malta tem AULAS à sexta, pela noite fora. É portanto, com muita pena minha que não poderei ir hoje!!!!!!!!!!!! Marquem para um sábado !!!! Sofia, delegada do meu coração, estás a falhar.

Por agora, vou trabalhar que a vida obriga, apesar de a vontade ser muito pouca...

Beijinhos às meninas e abracinhos aos meninos!
Joana

quinta-feira, maio 06, 2004

Jantar...

Olá colegas, como têm passado?

Eu não vou poder ir ao jantar, mas espero-vos no dia 15, no "almoço-lanche" das fitas.

Beijinhos,
CarlaNabais

domingo, maio 02, 2004

Jantar = Almoço ??

Boas,

Não poderá ser antes um almoço?? No dia oito, por exemplo??

Na sexta (sete Maio) não vai dar para mim...


..::carlos galveias::..

terça-feira, abril 27, 2004

jantar

Como ninguém se chega á frente (mais uma vez), resolvi marcar a data para o jantar. O jantar será realizado dia sete de Maio, sexta-feira. O local ainda não está confirmado, mas podem já contactar todos os coleguinhas e divulgar a data, pois eu não tenho o telefone de todos, nem os endereços de e-mail. Espero que tenham em conta que este pode ser, para alguns o primeiro, e último jantar de turma. Ao longo destes quatro anos espero que tenhamos feito amizades para preservar para o resto das nossas vidas.
Espero que divulguem a mensagem e confirmem a presença :)
O restaurante, como já disse, ainda não está marcado. Durante esta semana digo qual foi o seleccionado...sim porque ando a ver preços e espero que o Jaime me responda a uma sms que lhe enviei....
por favor falem uns com os outros ( colegas de Mkt e de Audiovisuais) e depois um que confirme nomes aqui no Blog ou me ligue.
beijinhos
beijinhos
beijinhos
Sofia Alexandra
Ps Espero respostas!!!!!!!!!!!!

segunda-feira, abril 26, 2004

Olá...há muito que aqui não vinha, mas tenho uma boa justificação.
Estive muitíssimo ocupada no Cenjor. O atelier de imprensa escrita dá um trabalhão, um desgaste...enfim...um horror.
Eu e as Carlas andamos que não podemos...o que vale é que a imprensa escrita termina hoje (Aleluia, Deus é Pai!!!!!).
Segunda-feira começa o de rádio...nós sim, somos umas mártires...o que vale é que tudo tem um fim, e estes ateliers vão ter um bem merecido...
Agora vou responder aos meus colegas, Francisco e Carlos.
1º sim, nós, as meninas reporteres X Y e Z, já sabiamos das alterações do curso, o nosso "querido professor" Daniel Pessoa e Costa já nos havia informado das alerações.
2º Carlos não sei como ficou a cor, porque eu não me lembro do nome deste site, entro através do blogger...por isso não comentei..mas azul parece muito bem...
3º EU QUERO UM ALMOÇO OU JANTAR PARA ME ASSINAREM AS FITAS!!!!!!!!!!!!!!!
Francisco marca tu, tens mais "poder de persuação"...se não...OBRIGA-OS A IR, sim, porque eu vou. alem disso....tenho saudadinhas de todos...os que não vejo :)
bom, beijinhos que agora tenho de fingir que trabalho...é só até as 16.30... :) há dias assim:)
biinhos * * ** * * * * * * * ** * * ** * * * * * * * * * * * * *

COVILHÃ

Nós gostamos.

Quem não foi, tivesse ido.

quinta-feira, abril 22, 2004

Justificação da presente reestruturação do

Os meus amigos sabiam que a nossa licenciatura foi restruturada?
Há, não sabiam?
Calma, calma, que a nós já não nos toca (vamos a ver.. Vejam lá as cadeiras em atraso..).


Vão à página da UNI.



Abraços e beijos (respectivamente)

F.Marinho

quarta-feira, abril 21, 2004

Colegas de A. Imprensa

Que tal utilizarem este meio para publicarem alguns dos vossos artigos & reportagens que apenas circulam na Gazeta Cenjor???

Vá força!!

..::carlos galveias::..

terça-feira, abril 20, 2004

Mudança de Cor

Ainda tinha esperanças… enfim, a culpa poderia ser da cor… nem este azul atrai o pessoal… vou mudar para… deixa ver… ok, vou mudar para verde!!

..::carlos galveias::..

quinta-feira, abril 15, 2004

Almoço / Jantar de Turma

Para quando um reencontro????

CN

Penso ser uma boa causa

Não conheço o motivo… mas cada vez temos menos movimentos cívicos em Portugal. Já ninguém fica indignado com toda a… ok, sou moderado… com toda porra que nos é imposta…

Há uns que dizem que as gerações pós-Abril ’74 nunca tiveram de lutar pelos seus direitos… os outros cansaram-se…

Outros dizem que é da péssima (inexistente?) educação neste país…

Mas realmente o que se passa? Estamos todos contentes e alegres?… vivemos bem? Estamos satisfeitos com as decisões que são tomadas por nós? Portugal caminha na direcção certa? Bem… e o que fazemos nós? Conversa de café… treinadores de bancada…

Houve a questão de Timor… mas aí era muito fácil todos estarem de acordo… foi uma questão consensual… e era longe… pobrezinhos… Eu também fiz os três minutos de silêncio pelo povo timorense…

Depois… depois o quê? Pedofilia? Marcha branca?

Ok, ok… também nos manifestamos nas ruas… alguns… contra a invasão do Iraque…


Timor é história… alguém sabe o que se tem passado nos últimos tempos??? Pedofilia… bom, o Carlos Silvino vai-se… tramar… quanto ao Iraque… com esta vaga de raptos dos extremistas… qualquer dia ainda concordamos com o Tio Sam…

E de resto?? Uma imensidão de nada!! Correria do costume… correr para pagar a prestação do caro, da casa, do computador, implante de silicone, aparelhagem, kit de home DVD… creche dos miúdos, roupa dos saldos… e chegar a casa ligar a TV para uma lavagem de cérebro… que bom… ainda existem pessoas com uma vida tramada… desgraçados… TVI&Co enchem o nosso ego (com som digital Dolby)… fora do aconchego da nossa casa ainda existem vidas desgraçadas…

Que porra…

Bem… estou com uma pontuação à Saramago… bem, aquela ideia de votar em branco…

Chega!!! É melhor parar por aqui… vamos ao que interessa… recebi o mail em anexo… talvez o pessoal queira participar…

Petição - Empréstimo de livros em bibliotecas em risco!

Graças a uma daquelas mudanças na legislação que ninguém percebe bem, a Comissão Europeia quer que as bibliotecas passem a pagar às editoras para emprestarem os seus livros ao público. A BAD (Associação Portuguesa de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas) está a fazer uma petição para tentar evitar esta monstruosidade:

http://www.petitiononline.com/PetBAD/petition.html

No actual momento, existe já uma grande rede de excelentes bibliotecas municipais em todo o país e que têm cada vez mais afluência de público.

Isto demonstra que existe interesse da população em usufruir desta fonte de promoção ao conhecimento, essencial para a manutenção de uma democracia.

Pensem também que se perderá muito do acesso ao conhecimento existente nas bibliotecas das Escolas e nas que stão integradas no sistema educativo, nas bibliotecas de Instituições sem fins lucrativos e nas bibliotecas universitárias.

Mesmo que não sejam frequentadores assíduos de bibliotecas assinem a petição e divulguem esta mensagem entre os vossos conhecidos.

Pensem que esta é uma fonte inestimável que pertence a todos.

Obrigado pela vossa participação


Have fun!!

..::carlos galveias::..

PS: Não consegui mais uma vez fazer fortuna... se alguém estiver interessado nas fotos diga. É um ficheiro com ca. de 3 MB, preparem as caixas de correio...

quarta-feira, abril 14, 2004

Tempestade de emoções



Os céus desabaram,
soltando placas graníticas,
O ar irrespirável
rugia trovões
faiscado
por lanças demoníacas
que destruíam as emoções.

As gaivotas corriam em cardume
directas à tempestade,
Gotas de chuva subiam ao céu
construindo quadrículas na calçada.
Borboletas nadavam em queixume
fugindo à realidade.
A paixão flutuava inerte

no instante da tua chegada.

Sinto-me cinzento,
cinzento como o ar que me rodeia
e a luz que me não me deixa ver.

Sinto-me triste,
triste como o mar sem a areia
e a lua que teima em se esconder.

Sinto-me perdido,
perdido numa teia
que a vida teimou em tecer.


F.Marinho


Às vezes apetece publicar posts diferentes.......

terça-feira, abril 13, 2004

DIREITOS

Já que estamos em maré de "discutir" as percentagens a receber/pagar…… não esquecer os direitos de imagem……. (para mim qualquer 90% é viável).

F.Marinho

sábado, abril 10, 2004

Só 50% de Lucro???????

Carlos duas coisas:
1- Não te esqueças dos portes de envio, têm que ser à cobrança, pois não estão incluídos!
2- Porque a máquina é minha tenho de ter 60%!
Aquele abraço,
muitas amêndoas,
Luís Z.

As famosas... fotos...

Aviso que sou o feliz detentor das famosas fotografias do jantar na Portugália (e respectiva continuação)…

Estão aqui quatro amostras para o provar… e aguçar o apetite…

Quem estiver interessado em ver as restantes (e são muitas…) poderá realizar uma transferência bancária para o número de conta que deverá neste momento estar a passar em rodapé do ecrã…

Eu que já tinha desistido fazer fortuna com as novas tecnologias… he, he, he… (Claro, o Zuca recebe metade do apuro)…

Have Fun… and always watch good movies…

..::carlos galveias::..


PS: As originais - fornecidas depois das tranferências bancárias - estão, naturalmente, nítidas...

PS2: Agora este blogue vai passar a ter mais comentários... palpita-me...




quinta-feira, abril 08, 2004

OP'S

BOM FIM DE SEMANA, ALARGADO - para alguns, snif, snif....


(Não esquecer o ataismo do signatário)

Nem todos têm as mesmas regalias!!!

Pois é, alguns ainda têm que trabalhar.

Por isso aqui estou eu a contribuir, mais uma vez, para este (se)bastião da informação livre. Não tenho inscrito mais mensagens dada a dificuldade de encaixar a minha verborreia no meio dos brilhantes textos dos habitues.

Os meus parabéns pelos "posts" das Carlas e pela sua pertinência, sempre presente.
(ainda há uns dias li, neste Blog, um texto com referencias explicitas a estas duas DIVAS, e muitos elogios, que estranhamente (ou pela mão de qualquer tipo de censura) desapareceu, qual esfumaça, instantaneamente.)

Adorei os contributos quase diários dos Luises (L. e Z.), é com textos destes que se demonstra a evolução académica nas vertentes da comunicação.
As imagens produzidas pelo "ilustre casal" do Bilot's Bar é impressionante.
Já para não falar (escrever) dos Danieis, Claudias, Hugos, Elsas, Ramiros, Jaimes e afins que, pelo menos pela qualidade, e não só pela quantidade, têm ocupado este espaço de forma déspota.

Assim sendo está na altura de deixarem algum espaço (literário, ou de critica, ou do quer que seja) para os Carlos as Sofias e para mins. Sim que nós também temos direitos a escrevinhar qualquer "coisinha", né.
Parafraseando um ilustre Comunicólogo "Eu não vinha cá desde a ultima vez".

Inté.

F.Marinho

PS . Aqui vai o meu contributo (pseudo) poético.

"De casa corri,
corri para casa
e fugi.
Fugi
dos medos da alma

Despertei na cidade
repleta de sonhos
Sentei-me acordado
sonhando a noite
Saí para o céu
encontrei-te na rua
E lembrei-me da névoa
Gritei no silêncio
ouvi-me no eco
Pensei-me no vento
cortante momento
Corri pela estrada
toquei-te na pele
Gelei no contacto
Sonhei-me na noite
Desmaiei na calçada
acordei na cidade
Sentei-me acordado

Corri pela estrada

e fugi.
Fugi dos medos da alma"


quarta-feira, abril 07, 2004

ADOREI

Há muito que ansiava por uma mudança neste blog. É com grande satisfação que hoje aqui vim e me deparei com esta magnífica côr. Assim devia ser a vida, talvez com uns salpicos de rosas, sem espinhos, claro.
Peço desculpa aos colegas de mkt, por não ter respondido ao pedido, mas devo dizer que nada sei sobre gelados....só os sei comer :)
E por falar em comer... caso haja almoço ou jantar, eu vou...desde que seja um sábado.
beijinhos para todos...
Francisco o nosso amor nunca estará comprometido.
Galveias, mais uma ez parabéns pela cor, só espero que não seja paenas pelo jogo do FCP....
já agora espero qu ganhe...

Prémio para «Pois, só podia!»

Para quem ainda não tentou:

Site: www.google.pt
Palavra Chave para Pesquisa: estúpido

E o primeiro resultado é....?

O prémio está entregue!!

Boas Festas


..::carlos galveias::..

domingo, abril 04, 2004

Já agora....

Não há fotos do últmo jantar???

Lá vamos ter de ir jantar novamente para tirar umas fotos...


..::carlos galveias::..

Vai uma cola?

Só mais uma...




... e o porco... 30 minutos....



..::carlos galveias::..

Já devem conhecer... mas... bem... o porco...

Meus Amigos...mordam-se de inveja!!!!!!


CURIOSIDADES CIENTÍFICAS

Está cientificamente provado que...

* Se uma pessoa gritasse durante 8 anos, 7 meses e 6 dias, teria produzido energia suficiente para aquecer uma xicara de café...
(Não me parece valer a pena tentar... )

* O orgasmo de um porco dura 30 minutos...
(30 minutos... vocês leram bem direitinho??!! )

* Dar cabeçadas contra um muro consome 150 calorias por hora...
(Ainda estou pensando no porco, porra!...30 minutos?.... )

* Uma barata viverá 9 dias sem cabeça, antes de morrer de fome...
(Que inveja eu tenho do porco! )

* Alguns leões acasalam mais de 50 vezes por dia...
(Prefiro ser porco,qualidade em vez de quantidade! )

* As borboletas saboream as suas próprias patas...
(Isso é algo que sempre quis fazer, mas falta-me elasticidade.)

* O elefante é o único animal que não pode saltar...
(...30 minutos... Que loucura essa do porco!)

* A urina do gato brilha fosforescente, sob uma luz forte...
(Pensaram bem?... São... 30 minutos!)

* Os olhos de uma avestruz são maiores que o seu cérebro... (Conheço gente assim...)

* A estrelas do mar não têm cérebro...
(Também conheço gente assim...)

* Os ursos polares são surdos...
(O porco é demais!)

* Os humanos e os golfinhos são as únicas espécies que têm sexo por prazer...
(E se um golfinho fizesse sexo com um porco? 30 minutos!
Que fenômeno!)



Que linda segunda-feira... o porco... 30 minutos... bem...


...::carlos galveias::..

Como é segunda-feira...

Daaaaahhh...

Marido chega a casa e a mulher está desolada:

- Querido, não temos luz na entrada, vais ver o que se passa? Ele, espirituoso:

- Daaaaaaa.... Tás a ver EDP escrito na minha testa?

E volta costas. Ela suspira e suplica:

- Mas então dá uma olhada na porta do frigorífico, não fecha....

Ele, de novo:

- Daaaaaaa.... Tás a ver Ariston escrito na minha testa?

Ela não desiste:

- Ao menos vê se tratas das prateleiras da dispensa...

- Daaaaaaa.... Tás a ver Aki escrito na minha testa?

Feliz com as suas respostas, o marido vai para o café com os amigos.
A certa altura, aí pela 7ª cerveja, tem um rebate de consciência e
decide ir a casa dar uma beijoca na patroa.

Chega e encontra a luz da entrada arranjada, a porta do frigorífico impecável e a dispensa cheia de novas prateleiras.

- Olé, o que é isto?
A mulher responde:

- Depois de saíres estava tão desolada que me fartei de chorar. Até que o nosso jovem e simpático vizinho me bateu à porta e se ofereceu para arranjar tudo.
Em troca só queria que fosse para a cama com ele ou então que lhe fizesse um bolo.

O marido:

- E então... que bolo é que fizeste.

A mulher:

- Daaaaaaa.... Tás a ver Maizena escrito na minha testa.



Uma muito boa segunda feira!!!

Daaaaaaaaaa, have fun!!


..::carlos galveias::..

Mais sobre gelados e marketing

Também está em «brasileiro»... está em formato .pdf (Adobe Acrobat).

Sorvetes


..::carlos galveias::..

Museu Virtual

Não sei se conhecem... é brasileiro (que novidade), mas está com um conteúdo interessante...

Site: Museu Virtual Memória da Propaganda






..::carlos galveias::..


Consciência social na indústria de gelados

Ben & Jerry’s: gelados para corações quentes

Ben & Jerry’s, a primeira geladaria de Vermont, hoje espalhada pelos Estados Unidos, não só é conhecida pelos seus gelados refrescantes, como pela intensa acção social que preconiza.
A Ben & Jerry’s é um bom exemplo de que se pode fazer muito dinheiro sem perder de vista a responsabilidade que se tem para com a sociedade: a empresa dá 7,5% do valor bruto das suas receitas à comunidade. É aqui que a Fundação Ben & Jerry’s desempenha um papel de destaque, apoiando famílias e crianças, grupos desfavorecidos e causas ambientalistas.
Desde Julho de 1995 que a Ben & Jerry’s utiliza a Internet como principal meio de divulgação dos seus produtos e ideias. É nela que o visitante pode encontrar uma página que tem o nome de «Take a stand» (tome uma posição), onde a empresa defende diversas causas, como, por exemplo, o uso de algodão orgânico. No ano passado, investiu 18,2 mil contos numa parceria com o Yahoo para dotar as principais escolas americanas de acessos à Internet.


Site: Ben & Jerry's


Os comentários e o numerador estão de regresso... he, he...

..::carlos galveias::..

Olá Tranquilidade

Lamento não poder acudir… Gelados aprecio comer… Seguros abomino pagar… eu sei, não sou uma grandiosa assistência.

Mas… HAVE FUN!

..::carlos galveias::..

PS: Permaneço sem encontrar os comentários e o contador de visitas…

sábado, abril 03, 2004

Ajuda Urgente

Por muito estranho que pareça este pedido, preciso (eu e ou "outros") de saber, até à proxima segunda, se algum de vocês tem "conhecimentos" nas areas de "gelados e/ou "seguros".

Pois é....pois é.... é o trabalhito de segundo semestre.....

F.Marinho

PS . Sofia, eu prometo que este "trabalho" não se vai intrometer no nosso amor.
Beijos, muitos beijos....

sexta-feira, abril 02, 2004

O REGRESSO

Após dois meses de "férias" e o dispêndio de 536€, iniciámos, ontem, o nosso segundo semestre.



Para a semana começam as férias da Páscoa.



Que saudades que eu tenho do meu tempo de estudante.

F.Marinho

PS. Sofia, Sofia, Sofia; Sofia….. ai…ai….

quinta-feira, abril 01, 2004

XXXIIIIIIIIICOOOOOOOOOOO

SÓ PARA DIZER:
ESTOU COM SAUDADES DE VOCÊ....
DOS OUTROS TAMBÉM....
BEIJINHOS

quarta-feira, março 31, 2004

Check Point Charlie: CALDAS DA RAINHA 17 DE ABRIL

Não adianta cair no desespero, pois se prestarmos atenção a Antonin Artaud em O Pesa-Nervos:

Toda a escrita é porcaria. [...]
Todos aqueles que têm pontos de referência no
espírito, quem dizer, num certo lado da cabeça, em pontos
bem localizados do seu cérebro, todos aqueles que
são senhores da sua língua, todos aqueles para quem existe
altitudes na alma, e correntes no pensamento,
aqueles que são os espíritos da época, e que nomearam
essas correntes de pensamento, penso nas suas tarefas
exactas e nesse ranger de autómato que espalha por todo
o lado o seu espírito,
– são porcos.


Esta foi uma entrada muito intelectual… não foi?

Isto tudo parece como coisa de namoro… promete-se amor eterno e no entanto… apenas se recebe o efémero…

Respondendo à tua questão Francisco… tens razão o pessoal tem de se encontrar… um jantar… um almoço comprido… eu sugiro um almoço nas Caldas da RainhaSábado 17 de Abril… se não nas Caldas… tudo bem, poderá ser em Lisboa… ou noutro local… no entanto os meus queridos amigos estão em dívida… digam quantos são… eu prometo um dia inesquecível… cavalos, anões e… muito divertimento…

Have Fun

..::carlos galveias::..

terça-feira, março 30, 2004

Estou a sucumbir de tanta fome.

Ha pelo menos três semanas que aguardo avidamente pelo repasto prometido e "nicles" (nem ao menos um picles).
Nesse espaço de tempo tenho comprado todos os diários, todos os semanários, tenho escutado todas as emissões de rádio, tenho visto todos os noticiários televisivos, assinei todas as publicações de marketing e publicidade e também estou atento às produções nacionais (é o que dá não ter aulas).
Mesmo com este esforço sobre-humano não consegui vislumbrar nenhum dos, obviamente, profissionais encartados que saíram da fornada da nossa ilustre UNI, pensando humildemente que encontraria ai a razão de tão prolongada ausência de contactos. Mas não, não sei de ninguém. Nem neste pequenino pasquim, outrora bastião da informação digital nacional, que dá, estranhamente, pelo nome de BLOG@UNI e que se transformou praticamente num "diário de monólogos" (onde será que já ouvi isto?).
Por tudo isto, e também porque já estou com sintomas de subnutrição (já só peso 0,1 Tn), agradeço a qualquer alminha caridosa que dê noticias, boas ou más, mas dê.

quarta-feira, março 24, 2004

HISTÓRIAS FERROVIÁRAS XV

- João Bernardo, ponha os pés para baixo que está a incomodar o senhor.
- Nhão!
- Ó João Bernardo ouça o que a mamã está a dizer.
- À méda!
Nesta fase do dialogo abri os olhos e, através de um jornal entreaberto, vislumbrei um selecto engravatado visivelmente incomodado pelos pés enlameados do pirralho sentado à sua frente.
O azarado senhor ia lendo as noticias enquanto tentava desviar as pernas dos ataques do indiozinho que se esticava cada vez mais.
- João Bernardo a mamã já disse ao menino para se sentar direito.
- Nhão!
Neste momento e impulsionado pelo corpo já todo de fora do banco, JB agarra-se aquilo que tinha mais próximo. A visão é dantesca.
Com JB, com metade do jornal entre mãos, deitado entre os seus pés, o infeliz cinquentão de olhos fora de orbitas agarrava parte do restante vespertino em cada mão.
- Tá a ver, João Bernardo, o menino podia-se ter magoado! Vá lá, agradeça ao senhor por lhe ter amparado a queda.
- À méda!
No meio de todo este reboliço JB decide mastigar uma parte do jornal já condimentado com a sujidade das pegadas molhadas.
- Ó João Bernardo, o menino não acha que isso não se faz?
- À méda! Blurg……..
Eis que o santinho "bolsa", para o colo de tão calma progenitora, todo o conteúdo daquele satânico estomagozinho, criando uma poçazinha de aspecto toxico e odor condizente.
- Ó João B…..
- À méd…..
Clap!
- Buaaaaaaaaaaaa…
Finalmente o comboio chega a Entrecampos e pelo sorriso do meu parceiro de viagem acredito que existem momentos em que se saboreiam pequeninas vinganças.

F.Marinho



terça-feira, março 23, 2004

A mulher gorda a mim não me convém...

Bom dia a todos!!
Já estava com saudade de vir aqui ao nosso blog!
Queria só mandar um abraço a todos e desejar boa sorte para a última etapa do curso!
E já agora, o jantar é antes ou depois da páscoa???
Aquele abraço,
Luís Z.

segunda-feira, março 22, 2004

Agora...

... até ia uma sandezita e uma cervejota!


CarlaNabais
SofiaSilva
Directamente da sala 1 do Cenjor

PS: somos tão devotas que até o Dr. Sousa Martins nos abençoa pela janela....

Almocito ou um jantarito??

E que tal um almocito ou um jantarito??

Que tal?

Ouve um passarinho que me disse que os cenjores estão a pensar nisso.

Por mim, como habitualmente, pode ser ontem.

.


quinta-feira, março 18, 2004

Não há verdade na mentira

É inquestionável que ocorreram pelo mundo variados actos terroristas que, em nome de uma deturpada visão religiosa, fomentam o terror através da morte indiscriminada e para os quais não existe adjectivação possível.
É verdade que essa uma corja de canalhas não se rege por parâmetros racionais nem reconhece qualquer valor humano.
É também verdade que a decisão de invadir o Iraque como forma de combate ao terrorismo, secundada pela existência de armamento e pelo acolhimento de terroristas, obteve desde logo um eco de vozes discordantes (entre as quais eu me incluo), vozes essas que em alguns países, nomeadamente em Espanha, representavam a opinião da maioria.
É também verdade que após os atentados em Madrid o governo de José Maria Aznar se comportou de forma atabalhoada tentando aproveitar-se do momento, manipulando a informação para dai retirar dividendos políticos.
É também verdade que o PP espanhol, contra todas as expectativas, perdeu as eleições de domingo.
Mas tentar justificar essa derrota com o clima de medo instalado pelo actos terroristas parece-me no mínimo "baixa" demagogia.
Citando José Pacheco Pereira, no seu artigo do Publico de hoje, " Para um democrata, eleições livres, mesmo que realizadas num ambiente de tensão, são uma genuína demonstração da vontade do povo espanhol. Estas eleições espanholas foram eleições livres e nada a dizer sobre isso. Houve manipulação de parte a parte, medo, votos de emoção? É possível. O medo é um mau conselheiro, mas o medo tanto podia "aconselhar" o voto no PP, como no PSOE. Face ao terrorismo, não há medos bons nem maus".
Mas no meio de toda a prosa que já foi escrita sobre estes assuntos há algo que ainda não consegui entender. Porque é que alguém que objectivamente era, e ainda sou, contra a invasão do Iraque tem agora que se manter calado, ou então alinhar com aqueles que a defendiam, sob pena de dar "uma vitória" ao terror?
Não serão as convicções morais mais importantes que a mentira?
Falar em "derrotismo do Ocidente" é demagógico e perigoso, não se pode confundir democracia com seguidismo, isso sim é dar "razão" aos tais canalhas.

F.Marinho

segunda-feira, março 15, 2004

Is There Anybody Out There?

Olá a "todos" os que me estão a ler, "poucos" (ou talvez não) eu sei.
Os meninos do CENJOR já estão em iaulas, como tal não têm tempo de escrevinhar umas linhitas, coitadinhos….
Os meninos do Bilot's Bar continuam desaparecidos, muitos filmes, muitos filmes (tretas), escrever é que não sabem…..
Os meninos de Marketing é que estão continuamente ocupados, à procura de notas, à procura de aulas, à procura de acabar o curso, enfim, à procura.( porque não fazer um "diagnóstico de situação desta página" - se é que sabem o que isso é )
Mas, verdade seja dita, eu não acredito nos mirones, mas que os há, há. Basta ver o crescente deste Blogue…..
Escrever é que tá quieto, e não tem sido por falta de temas…. Nem à pergunta do velhinho Roger Waters responderam, snif..snif… (se calhar também não sabem quem é, cambada de imberbes).

Mas, parafraseando alguém conhecido, "a mim ninguém me cala". Tenho dito.

quarta-feira, março 10, 2004

Is There Anybody Out There?

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Is there anybody out there?
Is there anybody out there?
Is there anybody out there?
Is there anybody out there?

Roger Waters


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segunda-feira, março 08, 2004

Cenjor

Não!! Não sou uma "ELAS", no entanto gostaria de desejar BOA SORTE a todos os que hoje iniciam a acção no CENJOR.

..::carlos galveias::..

O DIA DELAS

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Hoje não escrevo nada. ELAS que escrevam

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quarta-feira, março 03, 2004

PARABENS JAIME

Pois é, o "menino" Jaime faz hoje 29 aninhos (quase nos entas, quase nos entas).

terça-feira, março 02, 2004

e agora??

olá meus amigos!!
antes de mais gostaria de dar os parabéns á Cláudia que fez aninhos e com a azáfama, nervos, stress, e sei lá mais o quê de exames, trabalhos e orais, me fizeram esquecer de lhe telefonar a felicitar.
PARABÉNS CLÁUDIA!!!!
Agora, e porque não sei mais quando nos vamos voltar a encontrar, deixo aqui a pairar um jantarzinho, ou quiçá um almoço, para as desculpas de jantar ser muito tarde e esta gente casada ter de cumprir obrigações (TANGA!!!).
bem...beijinhos
sofia alexandra

segunda-feira, março 01, 2004

HISTÓRIAS FERROVIÁRAS XIV

Quando me sentei nos bancos laterais, rapidamente me apercebi dos invulgares vizinhos fronteiriços.
Com a cabeça encimada por uma rala pálida carapinha e com uma tez de ébano, rodava incessantemente um longo "terço" de madeira em mãos grandes e calejadas enquanto, com as pálpebras cerradas, os seus lábios se moviam em rezas silenciosas ao ritmo simultâneo das contas de madeira.
De pé, a um canto da carruagem, uma talvez jovem senhora coberta por vestes longas que impediam o vislumbre de um qualquer pedaço de pele, viajava de tal forma imóvel que se confundia com a própria composição. À sua frente, com os olhos rasgados, um outro jovem murmurava, no seu asiaticismo, uma qualquer história pessoal ao seu parceiro de cadeira com a cabeça envolta num turbante colorido.
Repentinamente dei por mim a questionar as influencias divinas e o seu papel no nosso destino. E foi a pensar no controlo do destino, envolto nesta miscelânea cultural, que compreendi, no meu papel de muzungo, que a existir deus, naquele momento, ele era o maquinista.

Quando o comboio parou saímos todos no mesmo destino.

F.Marinho

quinta-feira, fevereiro 26, 2004

Olá!!!!!!

Desde a última vez que cá estive, é a primeira vez que cá venho!
Estou só a verificar como vai o Blogg de saúde! Parece que os "dinossauros" do Blogg, ainda são os únicos a visitarem frequentemente este espaço de troca de ideias e de fluidez de pensamentos.
Queria dizer que estou contente por ver os meus colegas não só os de Marketing, mas também de Jornalismo e Audovisuais, a vencerem as batalhas que surgem pela frente, pois assim, consigo constatar que estes longos e penosos anos, não foram em vão.
Quem sabe se daqui a alguns anos, não vamos ser donos de alguma empresa, ou directores de Marketing ou de Redação.
Enfim, não custa sonhar pelo nosso bem e pelo bem dos nossos colegas, não acham?
Adeus e até ao meu regresso!

sexta-feira, fevereiro 20, 2004

CENJOR - Para os meninos de Jornalismo

Olá colegas,
Estive ontem na UnI e fiquei a saber que todos os alunos de Jornalismo devem dirigir-se à secretaria para escolherem os ateliers que querem fazer no Cenjor. O prazo é até segunda-feira (23/Fev/04). Eu já escolhi! Do que é que vocês estão à espera???

Bejinhos,
Carla Nabais

PS: Hoje sai a nota de Jornalismo e Poder.
Adios.

quarta-feira, fevereiro 18, 2004

ESTÁ AÍ ALGUÉM????

Pois é, pois, é….. anda um simples e imberbe estudante em época de exames e de exames e de exames e de exames e de exames, ufa…, e dos meus privilegiados amigos nem noticias, nem um post nem nada.

Pois cá estou de volta, ainda com a "cabecinha" (pensem o que quiserem mas foi como alguém apelidou), a andar à roda e, qual não é o meu espanto, o Blogue entrou, pelo menos aparentemente, de férias.
Bem, se alguém me estiver a ler, sempre vamos ao tal congresso, vamos não vamos?

Durante a próxima semana, mais ou menos após quarta, já me vou dedicar à "consulta" dos candidatos e, principalmente, das candidatas a tão solene viagem, eu e "ela" estamos confirmados.
Até lá pergunto:

- Está aí alguém?

F.Marinho

quarta-feira, fevereiro 11, 2004

Resumos de alguns livros que recebi por mail

Para quê perder tempo a ler milhares de páginas?!?!??!
1) Marcel Proust. À Ia recherche du temps perdu. Paris, Gallimard. 1922 (I.ere edition) - À procura do tempo perdido. Livros do Brasil Colecção Dois Mundos). 1965 Resumo: Um rapaz asmático sofre de insónias porque a mãe não lhe dá um beijinho de boas-noites. No dia seguinte (pág. 486. I vol.), come um bolo e escreve um livro. Nessa noite (pág. 1344. VI
vol.) tem um ataque de asma porque a namorada (ou namorado?) se recusa a dar-lhe uns beijinhos. Tudo termina num baile (vol. VII) onde estão todos muito velhinhos e pronto.
2) Leão Tolstoi, Guerra e Paz, (1800 páginas) Resumo: Um rapaz não quer ir à guerra e por isso Napoleão invade Moscovo. A rapariga casa-se com outro. Fim.
3) Luís de Camôes, Os Lusíadas (várias edições), versão portuguesa de João de Barros) Resumo: Um poeta com insónias decide chatear o rei e contar-lhe uma história de marinheiros que, depois de alguns problemas (logo resolvidos por uma deusa porreiraça), têm o justo prémio numa ilha cheia de gajas boas.
4) Gustave Flaubert, Madame Bovary, (378 páginas)Resumo: Uma dona de casa engana o marido com o padeiro, o leiteiro, o carteiro, o homem do talho, o merceeiro, e um vizinho cheio de massa. Envenena-se e morre.
5) William Shakespeare, Hamlet, Londres, Oxford Press Resumo: Um príncipe com insónias passeia pelas muralhas do castelo, quando o fantasma do pai lhe diz que foi morto pelo tio que dorme com a mãe, cujo homem de confiança é o pai da namorada que entretanto se suicida ao saber que o príncipe matou o seu pai para se vingar do tio que tinha matado o pai do seu namorado e dormia com a mãe. O príncipe mata o tio que dorme com a mãe, depois de falar com urna caveira e morre, assassinado pelo irmão da namorada, a mesma que era doida e que se tinha suicidado.
6) Anónimo colectivo. Novo Testamento (4 versões) Resumo: Uma mulher com insónias dá à luz um filho cujo pai é uma
pomba. O filho cresce e abandona a carpintaria para formar uma seita de pescadores. Por causa de um bufo, é preso e morre.

Aquele abraço
Luís Z.

Oi (rapidinho)

O tempo urge.
Os exames e os exames e os exames e os exames e os exames, não dão tréguas e não dão tempo para mais.
Mas para a minha Sofia há sempre tempo.

Um grande beijo para ti SOFIA.


heloooo

olá amiguinhos, eu sei que agora não há tempo para escrever no blogg, mas venho aqui desejar boa sorte aos que ainda têm exames para fazer.
então e depois destes afazeres académicos, que tal arranjar um tempinho para colocar as fotos do jantar???
quanto á proposta do Carlos, do dia 29, concordo plenamente, e eu lá estarei na Portugália por volta das 21.30 todos os anos.
beijinhos a todos e novamente .....BOA SORTE!!!!!

sofia alexandra

sexta-feira, fevereiro 06, 2004

Alive and kicking...

Já que ninguém fala… tenho de confessar que gostei muito do jantar!! Correu muito bem… a companhia foi óptima… pena terem faltado algumas pessoas que teria sido muito giro tê-los presentes… sim! Tu, por exemplo!! Mas tudo bem… os presentes estiveram todos à altura… e a verdade é que vou ter saudades.

Por muitas “promessas” de amor… a verdade é que cada um de nós seguirá o seu caminho… uns irão manter um contacto mais próximo… outros nem por isso…

Tenho uma proposta a fazer!!

O dia 29 de Janeiro é o dia da UnI… para o ano será o nosso dia também… iremos receber o papel que nos permitirá ter uma santa vida – sem fazer algo – até ao resto dos nossos dias… sim, doutor é doutor…mas seria interessante manter o dia… estilo encontros do tipo “amigos de alex”… todos os anos, no memo dia, à mesma hora, no mesmo local… quem conseguir aparecer aparece… sem estar algo formalmente combinado… eu por mim prometo… para o ano que vem estarei na Portugália – pelas 21.30 – a jantar… bife com molho à Portugália e umas louras… imperiais… e no ano seguinte também…

Que tal?

Depois logo se verá quem aparece…

Já agora… como é a história para a Covilhã? Já há autocarros marcados? Quem é que vai afinal? O pessoal arranca na quinta feira? Vamos tratar da inscrição e reserva de alojamento??


Boas frequências…

..::carlos galveias::..

quarta-feira, fevereiro 04, 2004

Vida de Blog

Ó blog esquecido
Em que ninguém aposta
Lá vai tempo
Em que te escreviam
Um texto ou um post
Estás abandonado
Aqui nesta pasmaceira
Ninguém te escreve
Ninguém te publica
Foram todos jantar fora
Discoteca à mistura
Esqueceram-se de ti
Ninguém regressa
Ninguém volta


BLOG@UNI